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Cientistas criam olho artificial que poderá ser alimentado por luz solar e servir para prótese ocular

21 de maio de 2020 5

O professor de engenharia eletrônica e computacional da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, Zhiyong Fan, e seus colegas desenvolveram um sensor visual esférico que imita a estrutura de um olho humano. A criação – que é capaz de se alimentar pela energia da luz solar – poderia, eventualmente, ser usada como um recurso visual para pessoas que não podem enxergar.

Como um olho humano verdadeiro, o órgão artificial criado pelos cientistas possui uma lente para focalizar a luz e uma retina hemisférica, região localizada na parte posterior do olho onde as células fotossensíveis geram impulsos elétricos que são enviados ao cérebro.

O olho artificial possui 2 centímetros de diâmetro, que é aproximadamente o mesmo tamanho de um olho de um adulto, e tem seu interior preenchido com um fluído condutor, que seria uma imitação do humor vítreo, gel de cor clara que preenche o interior do olho humano.

A retina criada pelos cientistas é feita de oxido de alumínio poroso preenchido com nanofios compactados, que são sensíveis à luz e são fabricados a partir de um composto chamado perovskita, que é comumente usado em células solares. Esses fios agem de forma similar às células nervosas de um olho humano, transmitindo sinais elétricos quando ativados pela luz.

Para testar a capacidade de reconhecimento da invenção, a equipe projetou imagens de letras nas lentes artificiais e um computador que estava ligado ao olho reconheceu com sucesso as letras E, I e Y. A equipe esclareceu que, em teoria, poderia ser conectado a um nervo óptico para fazer o mesmo, para testar se o dispositivo era medicamente seguro.

A versão atual do olho criado requer uma fonte de energia externa, mas a equipe planeja torna-lo autossuficiente no futuro. “Cada nanofio pode funcionar como uma pequena célula solar. Nesse caso, não precisamos de energia externa,” explicou Fan.

Outra limitação é a baixa resolução de imagem do olho em comparação com sensores comerciais, como os de smartphones, mas por outro lado, os dispositivos protéticos visuais já existentes usam um objeto plano para detecção de imagem, que não está de acordo com a forma esférica do olho humano, diz Fan. Como resultado, isso limita o campo de visão possível em comparação com o olho humano, que normalmente tem um campo de visão de cerca de 150 graus.

Lembramos que no início do ano, a startup Mojo Vision apresentou uma lente de contato inteligente que também poderá ajudar deficientes visuais.


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