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É do Brasil! Supercomputador Atlas, da Petrobras, está entre os mais potentes do mundo

23 de junho de 2020 22

A Petrobras possui em seu Centro de Processamento e Tratamento de Informação (CPTI), que fica situado na cidade do Rio de Janeiro, um dos supercomputadores mais potentes do mundo: o Atlas.

Em operação desde abril desse ano, a máquina entrou para a lista da Top500.org – que foi divulgada ontem, dia 22 de junho –, ocupando a 57ª posição em capacidade de processamento. O Atlas é o supercomputador mais bem colocado de toda a América Latina no ranking mundial de computadores de alto desempenho.

Com todo o poder de processamento interno, ele equivale à capacidade de cerca de 1,5 milhão de smartphones ou de 40 mil notebooks de última geração

Na lista anterior do Top500.org, que foi divulgada em novembro do ano passado, o maior supercomputador da América Latina era o Santos Dumont, que voltou a deter o título após alguns investimentos, que o ajudaram a multiplicar sua capacidade de processamento por cinco. Antes disso, quem ocupava a liderança era o Fênix – também de propriedade da Petrobras –, de acordo com a lista divulgada em junho de 2019. O Fênix passou por uma atualização e hoje é o segundo supercomputador mais poderoso da América Latina, ocupando o 83º lugar no Top500.org

Uso dos supercomputadores na Petrobras

O Atlas e o Fênix fazem parte de um grupo de supercomputadores que desempenham diferentes funções na empresa. Eles são responsáveis pelo processamento de dados geofísicos gerados durante as atividades de exploração e de desenvolvimento da produção de óleo de gás.

Esse poder de processamento todo é necessário para criar as imagens representativas da geologia abaixo do fundo do mar, onde estão as camadas de sal e os reservatórios de petróleo.

As imagens sísmicas, que são fundamentais para as descobertas de óleo e gás, cobrem centenas de quilômetros quadrados e chegam a milhares de metros de profundidade. Por isso os algoritmos que as processam envolvem equações matemáticas complexas, com um volume imenso de dados, gerando imagens que geólogos e geofísicos possam interpretar. O volume de dados referente a um único projeto sísmico pode chegar a ter dezenas de terabytes, mais que a capacidade dos HDs de um computador de mesa atual.

O investimento em computadores de alto desempenho (HPC) diminui os custos com esse tipo de processamento. Além disso, com os supercomputadores dedicados é possível utilizar algoritmos especiais desenvolvidos pela companhia.

Além do Atlas e do Fênix, a Petrobras também possui o HPC Guaricema, que é utilizado na simulação de dados gerados nos reservatórios de óleo e gás.

Fichas técnicas

Você ficou curioso para saber quais são as especificações desses supercomputadores? Com diversos servidores e núcleos por servidor, a capacidade de cada um deles é de espantar, mas utiliza hardwares de fabricantes bem conhecidas para quem acompanha o mundo dos computadores comuns e de smartphones, como Nvidia e Intel.

Confira o que cada um deles possui:

Atlas

  • Número de servidores: 136
  • Acelerador Matemático (GPU): Nvidia V100/32GB/SXM2
  • Aceleradores por servidor: 8
  • Processador: Intel Xeon Gold 6240
  • Processadores por servidor: 2
  • Núcleos por processador: 18
  • Velocidade: 2.6GHz
  • Memória por servidor: 768GB
  • Rede interna: InfiniBand EDR 100gbps
  • Sistema operacional: CentOS 7.7

  • Desempenho teórico: 8,0 PFLOPS Rpeak DP
  • Desempenho medido: 4,4 PFLOPS Rmax (ou 4.376 TFLOPS Rmax)
  • Consumo (na capacidade máxima): 546KW

Fênix:

  • Número de servidores: 360
  • Acelerador Matemático (GPU): Nvidia V100/32GB
  • Aceleradores por servidor: 2
  • Processador: Intel Xeon Gold 5122
  • Processadores por servidor: 2
  • Núcleos por processador: 4
  • Velocidade: 3.6GHz
  • Memória por servidor: 192GB
  • Rede interna: InfiniBand EDR 100gbps
  • Sistema operacional: CentOS 7.6

  • Desempenho teórico: 5.372 TFLOPS Rpeak DP (ou 5,4 PFLOPS Rpeak DP)
  • Desempenho medido: 3.161 TFLOPS Rmax (ou 3,2 PFLOPS Rmax)
  • Consumo (na capacidade máxima): 390KW

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