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Coronavírus: estudo aponta que anticorpos da COVID-19 atuam por até três meses no organismo

13 de julho de 2020 0

Com o avanço da pandemia do novo coronavírus no mundo, os cientistas do mundo todo continuam em busca de um medicamento ou vacina eficaz no combate à doença. Hoje, 13 de julho, noticiamos que uma vacina em produção na Rússia já está em fase final de testes e pode começar a ser distribuída a população ainda esse ano.

No entanto, apesar das boas notícias que correm pelo mundo em relação às diversas vacinas em produção e testes outras descobertas dos estudiosos podem não ser tão boas. No mês passado um estudo apontou que o corpo humano não gera resistência após o contágio, enquanto outro indicou que os anticorpos só começam a ser produzidos no organismo após dois meses de contágio.

Agora, um novo estudo foi realizado para complementar essas teses sobre a produção de anticorpos contra a COVID-19. De acordo com alguns pesquisadores britânicos, o combate natural do organismo contra a doença só acontece – na maioria dos casos – em até três meses após a contaminação.

O estudo acompanhou 90 pacientes contaminados com o novo coranavírus e constatou que 60% deles desenvolveram uma resposta imunológica potente contra a doença, mas, no entanto, apenas 17% das pessoas mantiveram os anticorpos com o passar dos meses.

É importante destacar que outro aspecto da pesquisa indicou que os anticorpos atingiram um pico de eficácia na luta contra a doença a partir de três semanas após o aparecimento dos primeiros sintomas, começando a desaparecer a partir de então para, em três meses, já se tornarem completamente indetectáveis.

Imagem: reprodução

Vale mencionar que, apesar de o corpo perder os anticorpos da COVID-19 a partir do terceiro mês, o corpo ainda possui outros mecanismos de defesa contra a doença, o que ainda pode ajudar no combate pós contaminação. Um exemplo disso são as células T, que apresentam uma imunidade celular que é capaz de proteger o corpo mesmo depois que os anticorpos vão embora.

Com isso, algumas vacinas buscam, também, explorar essas células T ao invés de trabalhar apenas na criação dos anticorpos da doença.

Apesar de o estudo estar de acordo com outras descobertas da comunidade científica, ele ainda não foi publicado ou revisado por outros cientistas.


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