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Coronavírus: mais uma vacina produzida na China poderá ser testada com voluntários no Brasil

14 de julho de 2020 0

No começo de junho recebemos a notícia de que o Brasil seria palco para os testes da vacina de Oxford, produzida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca e que dois mil voluntários nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro receberiam as doses para verificar a eficácia do composto no combate ao novo coronavírus.

Cerca de um mês depois, foi anunciado que outra vacina contra a COVID-19 seria testado no estado de São Paulo, a Coronavac, do laboratório chinês Sinovac.

Agora, outra empresa farmacêutica na China está em negociação com as autoridades brasileiras para os testes de outra vacina no Brasil, a CanSino. Segundo o CEO e cofundador do laboratório, Qiu Dongxu, a empresa já está com conversas em andamento com o Brasil para a realização da terceira etapa de testes da vacina Ad5-nCov.

A possibilidade de os testes serem realizados no Brasil chega em um momento em que o país avança nos números de confirmações a cada dia, permanecendo como o segundo país com mais mortes no mundo.

É fundamental que essa terceira etapa nos testes seja realizada justamente em países que possuam um grande número de infectados, para que seja confirmada a eficácia da vacina de forma mais rápida e efetiva. Lembramos que, de acordo com os últimos dados liberados pelo Conass, o Brasil já possui 72.833 mortes e 1.884.967 casos confirmados da doença, tendo sido registrados 20.286 novos casos só nas últimas 24 horas.

É importante mencionar que essa vacina possui uma técnica de imunização diferente da maioria das outras vacinas. Ela utiliza, em seu composto, um adenovírus que foi geneticamente modificado para ser inofensivo aos seres humanos e que permite que ele manifeste a proteína "spike", característica do coronavírus usada para conectar o vírus às células.

A primeira fase de testes já foi publicada na revista The Lancet e, apesar de não ter seus resultados divulgados ainda, a segunda fase também não apresentou reações adversas muito graves. Segundo Dongxu, a segunda fase foi ainda mais eficaz do que a primeira, mas o executivo não apresentou dados para corroborar sua tese.

Apesar de ainda estar em testes e da incerteza de sua eficácia, a vacina já obteve aprovação para uso experimental nas Forças Armadas chinesas durante um ano.

Além do Brasil, a CanSino também está em negociações com a Rússia, Arábia Saudita e Chile, além de já ter fechado acordo para que a formulação seja testada no Canadá.


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