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Coronavírus: vacina CoronaVac poderá ser aplicada em paulistas a partir de janeiro

12 de agosto de 2020 0

A pesquisa em busca de uma vacina eficaz para imunizar a população contra o novo coronavírus continua em ritmo acelerado em todo o mundo. Como vimos ontem – apesar de levantar diversas suspeitas – o governo russo afirmou que a vacina Sputnik V, produzida no país, se mostrou eficiente e pode começar a ser utilizada na população da Rússia ainda este ano.

Em contrapartida, o governador de São Paulo disse que a vacina não será produzida no Instituto Butantan, principalmente porque o presidente Vladimir Putin não apresentou nenhuma evidência científica que comprove sua segurança.

Agora, a vacina CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, é outra que pode ficar pronta ainda em 2020. Caso isso se confirme, o Instituto Butantan receberá, até o final do ano, 15 milhões de doses do composto.

No entanto, a CoronaVac será enviada de Pequim para São Paulo de forma fracionada, o que significa que será necessário a aplicação de duas doses em cada pessoa. “A vacina estará disponível no Instituto Butantan já em outubro, quando receberemos 5 milhões de doses; em novembro, chegarão mais 5 milhões e, em dezembro, o restante das vacinas”, explicou Dimas Covas, médico, pesquisador e diretor da instituição.

Além disso, Covas destacou que, a partir de outubro, o instituto também receberá – de Pequim – todos os materiais necessários para a produção local da vacina. “Isso vai possibilitar que o Butantan formule, prepare e envase a vacina no Brasil. Assim, além das 15 milhões de doses que vamos receber até dezembro, poderemos ter mais 15 milhões no primeiro trimestre do ano que vem, chegando a 60 milhões de doses de CoronaVac ao fim do primeiro semestre de 2021.”

Até o momento, os resultados da vacina têm sido bastante promissores e o único efeito colateral mais grave apresentado foi dor uma dor momentânea no local da aplicação. Caso a utilização da vacina seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, após a terceira fase de testes clínicos, ela poderá começar a ser utilizada já em janeiro de 2021.

Vale lembrar que o governador João Doria explicou, em outra ocasião, que a aplicação das vacinas em São Paulo deverá seguir o mesmo protocolo do composto imunizante contra a gripo: primeiro será administrada nos grupos de risco, seguidos por profissionais da saúde, autoridades policiais e, por fim, para o restante da população.


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