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Coronavírus: voluntário que morreu após testes da vacina de Oxford havia recebido placebo

22 de outubro de 2020 47

Atualização (22/10/20) - JB

Após a Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - confirmar a morte de um voluntário brasileiro durante a fase de testes da vacina de Oxford, uma pessoa que conhece o assunto comentou para a Bloomberg que ele não havia recebido a dose do medicamento.

Assim, o médico carioca que morreu em decorrência dos sintomas causados pelo novo coronavírus na semana passada tinha recebido apenas um placebo, que é a vacina meningocócica ACWY. Por enquanto, técnicos do Ministério da Saúde e da Anvisa ainda tentam entender o que aconteceu com o voluntário.

Já a AstraZeneca - empresa responsável pelo desenvolvimento da vacina - disse que não pode comentar casos específicos devido as regras de confidencialidade no ensaio clínico:

Não podemos comentar sobre casos individuais do estudo clínico em andamento da vacina de Oxford, pois obedecemos estritamente à confidencialidade médica e às regulamentações relativas a estudos clínicos e, em linha com esses princípios, podemos confirmar que todos os processos de revisão exigidos foram seguidos. Todos os eventos médicos significativos são avaliados cuidadosamente pelos investigadores do estudo, um comitê independente de monitoramento de segurança e autoridades regulatórias. Essas avaliações não levaram a quaisquer preocupações sobre a continuidade do estudo em andamento.


Texto original (21/10/20)

A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – divulgou hoje (21) a morte de um brasileiro que era voluntário nos testes da vacina de Oxford, produzida pela universidade britânica em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, para combater o novo coronavírus.

A agência informa que foi notificada a respeito do óbito na última segunda-feira, 19 de outubro, e fontes preliminares apontam que a vítima – um homem de 28 anos – era médico e morava na cidade do Rio de Janeiro.

Em um comunicado oficial, a Anvisa esclarece que o comitê independente que acompanha o caso sugeriu a continuação do estudo e destacou que “o processo permanece em avaliação.” É importante destacar, no entanto, que não foram divulgadas as informações sobre qual amostra o voluntário recebeu, portanto não se sabe se foram administradas as doses da vacina de Oxford ou se ele recebeu apenas as doses de placebo.

Declaração oficial da Anvisa

Após ter ciência do falecimento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou uma nota com algumas informações sobre o caso. Confira, na íntegra, o que diz a declaração:

Em relação ao falecimento do voluntário dos testes da vacina de Oxford, a Anvisa foi formalmente informada desse fato em 19 de outubro de 2020. Foram compartilhados com a Agência os dados referentes à investigação realizada pelo Comitê Internacional de Avaliação de Segurança.


É importante ressaltar que, com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação.


Portanto, a Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de Boas Práticas Clínicas, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes.



A Anvisa está comprometida a cumprir esses regulamentos, de forma a assegurar a privacidade dos voluntários e também a confiabilidade do país para a execução de estudos de tamanha relevância.


A Agência cumpriu, cumpre e cumprirá a sua missão institucional de proteger a saúde da população brasileira.

Testes no Brasil

Os testes da vacina de Oxford no Brasil já acontecem há alguns meses e são referentes à terceira fase das pesquisas clínicas do antiviral. Para isso, milhares de voluntários no Rio de Janeiro e São Paulo recebem doses dos compostos antivirais ou de placebos.

Dentre os efeitos colaterais conhecidos após a aplicação está uma dor no local da aplicação, fadiga, dor de cabeça e dor muscular. No entanto, alguns voluntários têm uma redução dos sintomas quando a aplicação é combinada com a administração de paracetamol.

Vale lembrar que a Fiocruz já assinou um acordo para a produção de 100 milhões de doses da vacina de Oxford no Brasil. Os planos iniciais preveem que, caso tudo ocorra como desejado, o antiviral comece a ser produzido a partir de dezembro de 2020.


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