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CoronaVac: Anvisa autoriza retomada de testes após morte de participante

11 de novembro de 2020 255

Atualização em 11/11/2020 - por EM

Dois dias após suspender os testes da CoronaVac no Brasil, a Anvisa decidiu hoje (11) liberar a retomada dos testes, que já estão na fase avaliativa final.

A morte de um dos voluntários do estudo levou à paralização. A suspensão chegou a ser comemorada pelo Presidente da República, e foi anunciada pouco após a vacina da Pfizer obter uma eficiência imunizante superior a 90%.

O Instituto Butantan, que deverá produzir a CoronaVac quando ela obtiver homologação, insistiu desde a suspensão de que a morte do voluntário não teria ligação aos testes. Porém, a agência sanitária aguardou dados completos do comitê internacional de segurança para decidir pela retomada do estudo.


Com diversas vacinas em testes finais, 2021 caminha para ser um ano de maior otimismo para o controle da pandemia. Atualmente o mundo começa a viver a segunda onda da doença, e o Brasil já soma mais de 162 mil vidas perdidas para a Covid-19 desde fevereiro.

Vale lembrar ainda que temos a solução de Oxford como fortíssima candidata a ser distribuída no futuro. Por último, é sempre bom destacar que o Ministério da Saúde lançou um portal para esclarecer eventuais fake news sobre o novo coronavírus. A comunicação é uma importante ferramenta de prevenção nesse momento.

E você, acredita que em 2021 a população começará a ser vacinada contra a Covid-19? Conte para a gente nos comentários!

Atualização em 10/11/2020 - por EM

Coronavírus: laudo da morte de voluntário da CoronaVac descarta relação com vacina

O país foi surpreendido com a suspensão dos testes envolvendo a vacina chinesa contra o novo coronavírus. A Anvisa determinou a interrupção da pesquisa, em fase final, em virtude do que inicialmente pontuou como "problema grave" envolvendo um dos envolvidos no estudo.

O que aconteceu é que um dos participantes veio a óbito, e então parou-se para investigar as razões da morte. Hoje pela manhã, a TV Cultura de São Paulo confirmou que o laudo do IML do paciente acusa que ele tirou a própria vida, e que por isso não há relação entre a causa da morte e os estudos da CoronaVac.


Dimas Covas, diretor do instituto Butantan, afirma que a informação chegou ao seu conhecimento desde o dia 6, mas que por questões de sigilo médico e sensibilidade se limitava a repassar publicamente apenas a confirmação de que a morte não tinha nenhuma relação com os testes.

O voluntário participava do estudo conduzido pelo Hospital das Clínicas, em São Paulo. Em reunião com a Anvisa, que determinou a suspensão, o Butantan esclareceu as eventuais dúvidas da agência sanitária. O diretor do instituto busca ainda tranquilizar outros participantes do estudo para a segurança da vacina.

Até ontem (09), os números fatais da doença ultrapassavam os 160 mil, pelos dados oficiais.

Vale lembrar, a vacina da Pfizer teve novos resultados divulgados no início da semana, que mostram uma eficácia acima de 90% para a imunização contra a Covid-19.

Artigo original de 10/11/2020

Coronavírus: Anvisa interrompe testes da CoronaVac no Brasil e Bolsonaro comemora

A pandemia causada pela Covid-19 segue fazendo vítimas diariamente ao redor do mundo, e os tratamentos que tem como propósito evitar uma segunda onda mundial estão se mostrando cada vez mais eficaz, porém todos ainda estão em fase de teste com voluntários.

Mas, para surpresa de todos, na noite desta segunda-feira (09) a Anvisa informou que estava interrompendo os testes da CoronaVac no Brasil. A justificativa para esta paralisação no experimento foi a ocorrência de um "registro adverso grave" com uma das pessoas que havia se voluntariado.

Surpresa na comunidade científica

A comunidade científica foi pega negativamente de surpresa com o anúncio do final da noite, já que a morte do voluntário, na verdade, não teve relação direta com a vacina e que não foram feitos esclarecimentos dos dados antes que a divulgação fosse feita pela Anvisa.

Até estranhamos um pouco. É um óbito não relacionado à vacina. Como são mais de 10 mil voluntários nesse momento, a pessoa pode ter um acidente de trânsito e morrer. Isso em nenhum momento para a interrupção do estudo clínico. Isso foi colocado agora à noite pela Anvisa, não foi solicitado o esclarecimento. Solicito aqui para que amanhã, na primeira hora, sejam esclarecidos esses dados, disse Dimas Covas em entrevista à TV Cultura.

Assim como o cientista Covas, o Instituto Butanta e o Governo de São Paulo, que já havia informado aos cidadãos sobre a compra de 120 mil unidades da vacina com chegada prevista para 20 de novembro, se posicionaram pedindo esclarecimentos da Anvisa até o fim da manhã de hoje (10) para que saiba os reais motivos por trás desse anúncio inesperado.

Até estranhamos um pouco. É um óbito não relacionado à vacina. Como são mais de 10 mil voluntários nesse momento, a pessoa pode ter um acidente de trânsito e morrer. Isso em nenhum momento para a interrupção do estudo clínico. Isso foi colocado agora à noite pela Anvisa, não foi solicitado o esclarecimento. Solicito aqui para que amanhã, na primeira hora, sejam esclarecidos esses dados, disse a nota oficial do Instituto.

O Governo de São Paulo, através do Instituto Butantan, lamenta ter sido informado pela imprensa e não diretamente pela Anvisa, como normalmente ocorre em procedimentos clínicos desta natureza, sobre a interrupção dos testes da vacina Coronavac.

O Butantan aguarda informações mais detalhadas do corpo clínico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária sobre os reais motivos que determinaram a paralisação, disse a nota do Governo de SP.

Bolsonaro comemora

Em resposta a um seguidor no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro deixou claro que a interrupção dos testes era algo que merecia comemoração da parte dele, deixando subentendido que havia vencido uma batalha política contra o Dória com a fala "Mais uma que Jair Bolsonaro ganha".

*- Morte, invalidez, anomalia...*
*- Esta é a vacina que o Dória queria obrigar a todos os paulistanos tomá-la.*
*- O Presidente disse que a vacina jamais poderia ser obrigatória.*
*- Mais uma que Jair Bolsonaro ganha.*, disse Bolsonaro.

Esta não é a primeira vez que o presidente demonstra clara insatisfação a respeito da CoronaVac ser uma das opções de tratamento para prevenir mais contaminações no Brasil, e isso acaba ficando ainda mais claro na fala mais recente. Até o momento a Anvisa não fez um posicionamento oficial em forma de justificava ao Instituto Butanta.


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