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Coronavírus: cientistas nos EUA desenvolvem testes RT-PCR com impressora 3D

23 de novembro de 2020 0

Um dos testes mais utilizados na detecção do novo coronavírus nos pacientes é o RT-PCR, o qual indica se a pessoa está infectada no exato momento da coleta do material, por meio do chamado swab nas vias nasais e orais. Agora, pesquisadores criaram uma forma de gerar essas hastes por meio de uma impressora 3D.

Os cientistas do Departamento de Radiologia da University of South Florida (USF) já chegaram a aplicar a invenção em um primeiro teste clínico. Além disso, uma série de produtos foi impressa e enviada para uso em vários locais do mundo.

Imagem: Radiological Society of North America

De acordo com a diretora de Aplicações Clínicas 3D do Departamento de Radiologia da instituição, Summer Decker, os hospitais a nível global receberam os arquivos tridimensionais do produto, para imprimir diretamente nesses locais.

“Até o momento, a USF Health imprimiu mais de cem mil hastes flexíveis NP 3D, e hospitais em todo o mundo usaram nossos arquivos 3D para imprimir dezenas de milhões de hastes para uso em pontos de atendimento.”


Summer Decker

Diretora de Aplicações Clínicas 3D do Departamento de Radiologia da USF Health Morsani College of Medicine e do Tampa General Hospital

O swab em sua edição definitiva foi criado com impressoras FormLabs e resina de grau cirúrgico. Ao todo, a impressão das hastes pode demorar até 15 horas, a depender do equipamento. Na sequência, devem ser higienizados com álcool isopropílico e passar por vistoria para detectar algum possível defeito, até que possa chegar ao kit para fazer o RT-PCR.

Eficácia

As hastes impressas em três dimensões chegaram a ter a eficácia colocada à prova com swabs flocados, em três lugares, com 291 pacientes de idades entre 14 e 94 anos. As avaliações mostraram um resultado semelhante entre os dois tipos. Ou seja, não há perda de desempenho do flocado para o impresso em 3D.

Agora, a USF fez a solicitação para patente provisória do produto. A instituição também liberou os arquivos e os dados clínicos a hospitais, clínicas e companhias do setor sem qualquer custo.

O que você achou da iniciativa da USF para criar hastes flexíveis em impressoras 3D? Comente conosco!


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