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Coronavírus: visons sacrificados na Dinamarca ameaçam poluir reservas de água

30 de novembro de 2020 13

Enquanto aguardamos novos avanços nas diversas vacinas em produção, a situação da pandemia de COVID-19 em todo o mundo vem se agravando, inclusive no Brasil. Por aqui, cidades como São Paulo e Rio de Janeiro já anunciaram novas medidas diante do início da segunda onda de contaminação, com a capital fluminense começando testagens em massa, e a capital paulista retornando à fase amarela do Plano São Paulo.

Enquanto isso, um acontecimento inusitado está prestes a trazer novas ameaças além do novo Coronavírus à Dinamarca. O país, maior produtor de casacos de pele da Europa, se viu obrigado a sacrificar mais de 11 milhões de visons após confirmação dos primeiros casos de COVID-19 causados pela transmissão dos animais para os seres humanos.

O vison é um animal de pequeno porte, parente das lontras, criado em larga escala na Dinamarca para produção dos casacos. A indústria sofreu grande impacto com os sacrifícios, que agora podem resultar na contaminação de reservas de água no país. Os animais foram enterrados às pressas em covas próximas a um lago visitado por banhistas e à uma fonte de água potável.

A Dinamarca é a maior produtora de casacos de pele da Europa, tendo a pele de visons como matéria-prima.

Devido ao processo de decomposição que estão passando, os corpos dos visons têm inchado devido à produção de gases como nitrogênio e fósforo, podendo chegar a ser empurrados das covas. Apesar de limpos com desinfetante e cobertos com cal quando enterrados, os animais ainda podem causar infecções, incluindo do próprio Sars-CoV-2.

"O vison morto infecta menos do que o vison vivo. Mas ainda pode haver bactérias na pele deles", afirma Thomas Kristensen, assessor de imprensa da Polícia Nacional. Ainda segundo ele, trata-se de "uma situação extraordinária, por isso não podemos falar nada a respeito".

Diante da ameaça de contaminação, os animais mortos serão exumados e incinerados.

O plano agora é exumar os visons mortos e incinerá-los, conforme explica o ministro da Agricultura da Dinamarca Ramus Prehn, que aguarda aprovação da agência de proteção ambiental. A medida é apoiada pela ministra do Meio Ambiente Lea Wermelin, que admitiu que a ideia do enterro dos animais não foi boa, mas que foi a possível diante dos riscos de transmissão da COVID-19.

Uma das maiores preocupações do país é a mutação sofrida pela Sars-CoV-2 diante da transmissão entre visons e humanos. Acredita-se que essa mutação pode acabar tornando o vírus menos sensível aos anticorpos desenvolvidos com variantes mais antigas do vírus, o que não apenas aumenta o risco de reinfecção, como ainda ameaça os esforços globais em busca da vacina.


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