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Coronavírus: mutação detectada no Reino Unido pode ter relação com altas cargas virais em infectados

29 de dezembro de 2020 0

Diversas variantes novas do coronavírus estão sendo descobertas em todo o mundo, inclusive uma delas está gerando ainda mais casos graves da doença na África do Sul. Entretanto a variante detectada no Reino Unido, que é ainda mais contagiosa pode ter relação com a alta carga viral em alguns pacientes, de acordo com um estudo da Public Health England e da Birmingham University.

Michael Kidd, que é pesquisador de ambas instituições, afirma que essa mutação do coronavírus intitulada como B1.1.7 está causando uma taxa maior de contaminação por criar uma concentração viral maior no sangue dos infectados.

Os dados foram publicados no medRxiv no último domingo (27), que ainda necessita de revisão por pares, mas ele indica que 35% dos pacientes infectados pela nova cepa do coronavírus tinham uma concentração de vírus muito alta em seu sangue em comparação com as amostras coletadas nos 10% dos pacientes com a variação comum do vírus de acordo com a análise do Laboratório Birmingham Turnkey.


Como já foi dito, o estudo ainda precisa de mais revisões, mas cargas virais mais altas geralmente resultam em efeitos mais intensos da doença no organismo, o que já cria um alerta na comunidade científica.

Se a tese de Kidd for confirmada, o próximo passo é descobrir como a COVID-19 consegue se multiplicar de forma tão eficiente no organismo de pacientes infectados.

Além disso, outro estudo publicado pela medRxiv também indicou que a proteína OAS1 pode ser a responsável pela resistência do nosso organismo ao coronavírus. Essa proteína chegou às gerações mais recentes graças a um gene neandertal que por fim nos protege de casos mais graves da doença e pode se tornar um grande aliado nos tratamentos.

Isso seria possível porque pessoas com níveis mais altos de OAS1 seriam mais resistentes à COVID-19.

Brent Richards, co-autor do estudo afirmou:

Esta forma protetora de OAS1 está presente nos africanos subsaarianos, mas foi perdida quando os ancestrais dos europeus modernos migraram para fora da África. Ela foi então reintroduzida na população europeia por meio do acasalamento com neandertais.

Por enquanto os estudos servem como guias para o desenvolvimento de possíveis medicamentos para tratamento do coronavírus, que por enquanto não possuí um com eficácia 100% comprovada.

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