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Coronavírus: Ministério da Saúde prevê término da vacinação em massa apenas em 2022

20 de janeiro de 2021 20

A vacinação foi iniciada para os profissionais de saúde no Brasil nesta semana contra o novo coronavírus, mas a falta de insumos para a criação de mais doses pode dificultar a continuidade do processo. Por isso, o Ministério da Saúde agora estima que a população brasileira receba as aplicações em massa apenas no ano que vem.

Em um comunicado oficial, a pasta informa que a conclusão da vacinação se dará em um período de 12 meses, logo após a fase inicial. Ainda indica que o processo dependerá do número de imunizantes liberados até lá.

“O Ministério da Saúde estima que, no período de 12 meses, posterior à fase inicial, concluirá a vacinação da população em geral, o que dependerá, concomitantemente, do quantitativo de imunobiológico disponibilizado para uso.”


Ministério da Saúde

PNI

O Plano Nacional de Imunização (PNI), aplicado contra o novo coronavírus, prevê três etapas principais da vacinação. A primeira delas inclui os profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos que vivem em casas de repouso, pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência e população indígena que mora em aldeias.

Após esse público prioritário, vem a Fase 2, a qual engloba as pessoas acima de 60 anos. Já a Fase 3 terá pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave. Confira a quantidade de doses previstas para cada uma:

  • Fase 1: 31,1 milhões de doses
  • Fase 2: 46,5 milhões de doses
  • Fase 3: 26,6 milhões de doses
Dificuldades

A estimativa é que esta parte inicial do PNI dure em torno de quatro meses. Somente após isso, seria iniciada a vacinação em massa de toda a população brasileira – processo o qual compreende os 12 meses descritos na nota do Ministério.

Contudo, até o momento, o Brasil somente tem disponibilidade de 6 milhões de doses, provenientes do Instituto Butantan. Para completar todo o processo, há a necessidade de agilizar a vinda de insumos da China para a CoronaVac e a vacina de Oxford – que será produzida pela Fiocruz –, além de conseguir a importação das 2 milhões de doses do laboratório Serum, na Índia.

Mesmo assim, como existe a necessidade de duas doses do imunizante, as 210 milhões previstas para a vacina de Oxford/Fiocruz e as 100 milhões do Butantan ainda não seriam suficientes para os 212 milhões de brasileiros.

Você acredita que o Brasil conseguirá superar essas barreiras e vacinará a população em um curto período de tempo? Relate a sua opinião para a gente no espaço abaixo.


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