LOADING...
Faça login e
comente
Usuário ou Email
Senha
Esqueceu sua senha?
Ou
Registrar e
publicar
Você está quase pronto! Agora definir o seu nome de usuário e senha.
Usuário
Email
Senha
Senha
» Anuncie » Envie uma dica Ei, você é um redator, programador ou web designer? Estamos contratando!

Coronavírus: Governo Federal permite que empresas privadas comprem lote da vacina de Oxford

26 de janeiro de 2021 7

O Governo Federal autorizou, em carta enviada à farmacêutica AstraZeneca, que um grupo de empresas privadas brasileiras adquiram uma dose com 33 milhões de doses da vacina de Oxford, nome popular da vacina Covidshield, com algumas condições.

Para isso, elas precisam doar metade do montante – 16,5 milhões de doses – ao SUS, número que imunizaria 8,25 milhões de pessoas. Elas precisam, ainda, implementar um sistema de rastreamento dos imunizantes, são proibidas de vender as doses e deverão aplicar as vacinas de forma gratuita a seus colaboradores.

As empresas ainda deverão conseguir uma autorização, junto à Anvisa, para importação e uso emergencial da vacina de Oxford. A autorização, segundo o governo, se deu pelo fato de o lote negociado pelas empresas ser bem mais caro do que os adquiridos pelo Ministério da Saúde: cada dose tem valor de US$ 23,79 (ou R$ 130,31, em conversão direta), que é muito maior que o praticado pelo mercado.

O país conta, no momento, com 2 milhões de doses da vacina de Oxford, adquiridas após um conturbado processo de importação do imunizante com o Instituto Serum, na Índia. Contudo, para a fase inicial de vacinação no Brasil, que contempla especialmente profissionais de saúde, o Brasil tem contado majoritariamente com a CoronaVac, desenvolvida em parceria entre o laboratório chinês Sinovac Biontech e o Instituto Butantan, de São Paulo.


Entre as empresas que convidadas para adquirir o imunizante, segundo a Folha de S. Paulo, estão Ambev, Itaú, Vivo, JBS, Santander e Vale. Elas decidiram, contudo, não participar do grupo.

A Ambev até recebeu um contato inicial por telefone, mas não participou de novas conversas. O Itaú entendeu que a repercussão seria negativa para a empresa e desistiu, e a Vale não concordou com os termos do acordo, pois defendia que as empresas comprassem as doses, mas doassem a totalidade para o governo.

A autorização foi assinada por Wagner Rosário e José Levi, da Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União, respectivamente, além do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco. Em cópia estão o Black Rock Holdings, que tem ações da AstraZeneca, e Gustavo Campolina, da BRZ Investimentos, com sede em São Paulo.


7

Comentários

Coronavírus: Governo Federal permite que empresas privadas comprem lote da vacina de Oxford
Android

Celular com a melhor bateria! Ranking TudoCelular com todos os testes de autonomia

Android

Celular mais rápido! Ranking TudoCelular com gráficos de todos os testes de desempenho

Android

Cyber Monday 2020 TudoCelular: as melhores promoções em celular

Android

Encontre ofertas e compare preços com o TudoCelular | Guia Black Friday 2020