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Coronavírus: uso emergencial de remédio da Roche é aprovado pela Anvisa

20 de abril de 2021 2

Atualização (20/04/2021) por LL

O pedido de uso emergencial do coquetel medicamentoso Regn-CoV2 contra o coronavírus, feito pela Roche à Anvisa no início de abril de 2021, foi aprovado. Esse é o segundo medicamento aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária; o primeiro foi o remdesivir.

A medicação é experimental, com aplicação intravenosa e a indicação de uso para o começo da doença. Os anticorpos monoclonais casirivimabe e imdevimabe que compõem o coquetel agem bloqueando a entrada do coronavírus na célula. O uso é restrito a hospitais e a venda é proibida ao comércio.

Segundo a Anvisa, o tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos (com 12 anos ou mais que pesem no mínimo 40 kg) que não necessitam de suplementação de oxigênio, com infecção pela Covid-19 confirmada por laboratório e que apresentam alto risco de progressão para a forma grave da doença.

No entanto, o medicamento não é recomendado para pacientes graves e nem indicado para a prevenção do coronavírus, portanto não substitui as vacinas contra a doença. O coquetel também foi aprovado para uso emergencial nos Estados Unidos, Canadá e Suíça, e teve recomendação de uso pela agência europeia de medicamentos (EMA).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária recebeu a solicitação de uso emergencial de remédio contra a Covid-19. O pedido veio da farmacêutica Roche, que o enviou na última quinta-feira (1º).

O medicamento consiste em um coquetel, o qual possui as substâncias casirivimabe e imdevimabe. Os dois são remédios experimentais criados pela especialista em biotecnologia americana Regeneron.

Imagem: Reprodução

O remédio chegou a receber autorização em caráter emergencial pelo FDA – órgão regulador norte-americano –, por ter mostrado resultados satisfatórios em pacientes com sintomas leves e moderados da Covid-19.

“Em um ensaio clínico de pacientes com Covid-19, casirivimabe e imdevimabe, administrados juntos, mostraram reduzir a hospitalização relacionada a Covid-19 ou as visitas de emergência em pacientes com alto risco de progressão da doença em 28 dias após o tratamento, quando comparados ao placebo. A segurança e eficácia desta terapia experimental para uso no tratamento de Covid-19 continuam a ser avaliadas.”


FDA

A aplicação do coquetel é feita de maneira intravenosa, ou seja, por meio de uma injeção direta na corrente sanguínea. Agora, a Anvisa terá um prazo de 30 dias para avaliar se poderá aprovar o uso emergencial do remédio no Brasil. A agência usará o relatório do FDA como base para o parecer.

Você pode acessar as últimas notícias sobre a pandemia do novo coronavírus na nossa página especial dedicada ao assunto. O acesso está disponível por meio deste link.

Quais são as suas expectativas para a solicitação enviada pela Roche à Anvisa? Conte para a gente no espaço destinado a comentários.


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