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Câmeras dos smartphones poderão ser usadas para verificar sinais vitais do usuário

07 de abril de 2021 2

Muito antes da pandemia de Covid-19 impulsionar a digitalização de situações cotidianas, a telemedicina já existia com o intuito de conferir praticidade para médico e paciente. Mesmo com a possibilidade de se comunicar por chamadas de vídeo, o contraponto das consultas on-line está na falta de precisão de diagnósticos e qualidade de serviço, visto que a aferição dos sinais fisiológicos do paciente — como respiração e pulsação sanguínea — é impossível.

Partindo dessa problematização, cientistas da Universidade de Washington desenvolveram um sistema que utiliza a própria câmera do smartphone ou computador para medir os sinais vitais do paciente em tempo real, sem a necessidade de um equipamento avançado. Em dezembro, a equipe havia disponibilizado um software elaborado e apresentado na conferência NeurIPS — cujo foco está em soluções de inteligência artificial para diversos campos da neurociência — que testa a funcionalidade principal do projeto.

O usuário deve permanecer 30 segundos com a câmera inerte enquadrada em seu rosto.

Agora, com uma atualização do software marcada para a próxima quinta-feira (8), a equipe busca melhorar a assertividade do exame realizado pela máquina. Os principais entraves se davam por fatores como iluminação, características do sensor da câmera, tom de pele do paciente e outras lacunas que devem ser preenchidas com o novo sistema, que será apresentado durante a ACM Conferecence for Health, Inference and Learning. Em comunicado, Xin Liu, estudante de doutorado na Paul G. Allen School da Universidade de Washington e parte da equipe de desenvolvimento, disse:

Cada pessoa é diferente, portanto, esse sistema precisa ser capaz de se adaptar rapidamente à assinatura fisiológica única de cada pessoa, e separar isso de outras variações, como sua aparência e em que ambiente ela está.

O sistema funciona através de mínimos detalhes que apenas a câmera, em conjunto com um software baseado em inteligência artificial, pode capturar. Durante trinta segundos, são registradas as variações de luz no rosto do paciente e suas expressões faciais involuntárias, tais que podem deduzir a fluência de sangue e, a partir da informação, poderão ser calculados outros sinais vitais como taxa de respiração e pressão sanguínea.

Para agregar contribuições do mundo inteiro, o software tem código aberto e está disponível no Github para programadores fazerem edições que aprimorem ou desenvolvam novas funções na aplicação.

Com visão otimista, o professor Shwetak Patel do departamento de engenharia elétrica e computacional da Paul G. Allen School declarou que qualquer habilidade de aferir pulso e respiração remotamente provê novos horizontes para a telemedicina, podendo incluir cuidados próprios, acompanhamento médico e triagem, especialmente quando uma consulta presencial não for possível.


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