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Vacina da Pfizer será aplicada com intervalo de três meses entre 1ª e 2ª doses

04 de maio de 2021 69

Atualização (04/05/2021) por FM

Seguindo o mesmo protocolo do Reino Unido, o Ministério da Saúde divulgou, em informe técnico, a adoção um intervalo de três meses entre as aplicações da primeira e segunda dose do imunizante fabricado pela Pfizer/BioNTech.

Originalmente, a bula do composto determina o intervalo de 21 dias entre as inoculações, contudo, a pasta segue estudos elaborados por países que também aplicam tal vacina. De acordo com os dados coletados, uma dose única da Pfizer tem eficácia de 80%, podendo reduzir a transmissão doméstica de forma significativa.

De qualquer modo, a pasta informa que estará aberta para revisar a recomendação, caso necessário, e estará monitorando o processo de imunização dos brasileiros a todo momento. "Em cenários de maior disponibilidade do imunobiológico, o intervalo recomendado em bula poderá ser utilizado", informa.

Devido à necessidade de ampliar a vacinação em todo o país, considerando o cenário de transmissão do vírus da Covid-19, o Ministério da Saúde, em consonância com as discussões realizadas no âmbito da Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis, optou por adotar o intervalo de 12 semanas para a vacina da Pfizer.

Ministério da Saúde

Essa decisão vem sido planejada há algum tempo, conforme aponta Francieli Fontana, coordenadora geral do Programa Nacional de Imunizações. Com um intervalo ampliado, a atual remessa da vacina deverá ser suficiente para que não haja escassez de estoque até que a próxima remessa seja distribuída e outros lotes sejam adquiridos.

A Pfizer informa que a adoção de um intervalo estendido fica a critério das autoridades de saúde, podendo incluir recomendações baseadas no contexto geral da saúde pública do território. Todavia, a farmacêutica ressalta que ambas as doses são necessárias para que a eficácia de 95% apontada pelos testes clínicos seja fornecida.

Enquanto as decisões sobre os regimes de dosagem alternativos cabem às autoridades de saúde com foco em saúde pública, a Pfizer acredita que é importante que se mantenham esforços de vigilância para garantir que cada pessoa receba o máximo de proteção possível, seguindo o preconizado pelas agências regulatórias.

Pfizer

As primeiras doses da vacina deverão priorizar grupos com comorbidades, mulheres grávidas, puérperas e pessoas com deficiências permanentes. Conforme divulgado, a distribuição atual é destinada apenas às capitais brasileiras, em vista das questões de logística envolvidas.

Atualização (03/05/2021) por FM

O Ministério da Saúde começou a distribuir a primeira remessa de doses da vacina fabricada pela Pfizer em parceria com a BioNTech na manhã desta segunda-feira (03), consistindo em um lote total de 1 milhão de doses que chegarão às capitais brasileiras para os grupos prioritários.

As doses chegaram ao Brasil na última quinta-feira (29) e permaneceram armazenadas sob as condições impostas pelas fabricantes — resfriadas a temperaturas negativas de -25 °C a -15 °C e, por essas exigências de logística, deverão ser distribuídas apenas para as capitais brasileiras inicialmente.

Remessa inicial consiste em 500 mil doses; Saúde encomendou pelo menos 100 milhões ao total.

As expectativas do Ministério da Saúde previam que os imunizantes passassem a ser distribuídas durante o último fim de semana, porém, a pasta definiu um adiamento para garantir que as condições de logística fossem devidamente atendidas, a fim de manter a qualidade do composto.

Com intervalo de inoculação de 21 dias, as vacinas da Pfizer distribuídas hoje deverão ser aplicadas ainda esta semana nos grupos prioritários, incluindo mulheres grávidas, puérperas e idosos. A outra metade do lote deverá ser distribuída na próxima semana.

O registro definitivo da Anvisa realizado em fevereiro foi dado após a comprovação de sua eficácia e segurança, permitindo que a fórmula seja comercializada e distribuída livremente pelas autoridades responsáveis, conferindo celeridade para o lento processo da vacinação brasileira.

Texto original (24/04/2021)

A vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech contra o novo coronavírus vai desembarcar pela primeira vez no Brasil na próxima semana. O primeiro lote do imunizante está previsto para chegar ao país na quinta-feira, dia 29 de abril, às 19h, no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A entrega inicial contará com 1 milhão de doses e teve produção feita na Bélgica. Ao todo, o Ministério da Saúde encomendou 100 milhões, os quais serão divididos ao longo deste ano.

Imagem: Reprodução

Prioridade para capitais

Devido à necessidade de armazenar as vacinas a temperaturas mais baixas, a pasta deu uma orientação para utilizar esses produtos da Pfizer na imunização somente dentro das 27 capitais.

“Devido ao curto espaço de tempo, o Ministério da Saúde está orientando, para essa primeira remessa, que a vacinação com as doses da Pfizer fique restrita às 27 capitais do país.”


Ministério da Saúde

O imunizante precisa ficar armazenado a -20 °C, conforme a nova autorização da Anvisa, por até 14 dias. Posteriormente, quando colocados em refrigeradores comuns — entre 2 °C e 8 °C —, poderá permanecer até cinco dias, apenas.

A princípio, serão enviadas 500 mil doses para a primeira aplicação. Uma semana depois, o Ministério mandará as 500 mil restantes, destinadas à segunda dose — necessária para a proteção completa. O intervalo entre ambas deve ser de 21 dias.

A pasta ainda negocia a compra de 183 freezers de temperatura ultrabaixa, para guardar as vacinas a -75 °C. Isso permitiria armazenar o imunizante da Pfizer por até seis meses. Os 30 primeiros deverão ser entregues em meados de junho.

Quais são as suas expectativas para a chegada das doses da Pfizer ao Brasil? Não se esqueça de comentar conosco!


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