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Pobreza pode afetar o desenvolvimento cerebral das crianças, aponta estudo

10 de maio de 2021 29

É fato conhecido que a pobreza, privando acesso à educação, saúde e tecnologia, pode interferir na evolução humana, conforme observado nas regiões subdesenvolvidas ao redor do mundo. Entretanto, a neurociência vem avaliando as possíveis formas de como essa privação é capaz de afetar a mente das crianças.

Expandindo esse conhecimento, o estudo Baby’s First Years é pioneiro na análise dos impactos da miséria sobre o desenvolvimento cognitivo e emocional da faixa etária infantil. Conforme analisado, diferenças estruturais no cérebro de uma criança desprovida são notáveis quando comparadas ao sistema nervoso de jovens criados em melhores condições.

Muito além do acesso à educação, fatores estressantes podem interferir no desenvolvimento de crianças.

Os estudos reunidos desde 2018 apontam para uma superfície relativamente menor da camada de células mais externas em crianças pobres. Áreas relacionadas à comunicação, controles de impulso, aprendizado e memória também são prejudicados a nível fenotípico, isto é, não refletem em traços inatos ou herdados dos pais.

Outros aspectos já presumíveis, como a nutrição desbalanceada, maior suscetibilidade a agravos de doenças e educação de baixa qualidade também influenciam para que a massa encefálica das crianças que enfrentam a pobreza apresente um tamanho desproporcional ao comum.

Nenhum de nós acha que a renda é a única resposta, mas com os primeiros anos do bebê, estamos ultrapassando a correlação para testar se a redução da pobreza causa mudanças no desenvolvimento cognitivo, emocional e cerebral das crianças de forma direta.

Dra. Kimberly Noble
Neurocientista e pediatra na Universidade Columbia

Para obter mais dados no futuro, os pesquisadores selecionaram mil mulheres com bebês recém-nascidos vivendo em regiões precárias da cidade de Nova York e outras regiões. O objetivo é visualizar, através de métricas da saúde física e mental, como recursos financeiros podem afetar essas famílias.

Desta forma, a atividade cerebral das crianças a partir de 1 ano de vida completado serão analisadas em visitas e aferições domiciliares através de procedimentos não invasivos.

Tal fase do estudo deve ser adiada para 2022, em vista das restrições da pandemia de coronavírus, que também podem ser levantadas como determinante fator de estímulos cerebrais negativos para o desenvolvimento das crianças. Para os especialistas, essa compreensão pode produzir intervenções contra a pobreza fundamentadas cientificamente.


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