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NASA lançará o maior telescópio do mundo, James Webb, para descobrir origens do Universo

13 de maio de 2021 11

Enquanto o rover Perseverance desbrava a história de uma das áreas mais enigmáticas de Marte, a Cratera de Jezero, e captura diversas imagens e até mesmo áudio da atmosfera, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) dos Estados Unidos se prepara para lançar no espaço o maior e mais poderoso telescópio do mundo.

Trata-se do James Webb Space Telescope. O espelho principal do telescópio é composto por 18 segmentos hexagonais revestidos por uma camada ultrafina de ouro para aprimorar a reflexão de luz infravermelha.

O atual telescópio premium da NASA, Hubble, apesar de já ter registrado imagens incríveis do espaço, tem capacidade limitada de captação de luz infravermelha, o que prejudica o estudo de alguns pontos-chave sobre o Universo, como o descobrimento de exoplanetas.

O James Webb voará para o espaço dobrado como um origami, encaixado na carga do foguete, e então utilizará 132 acionadores e motores para desdobrar cada espelho em uma posição específica. Juntos, os espelhos funcionarão como um refletor massivo que permitirão uma visualização ainda mais profunda do cosmos, de maneira nunca antes feita.

Com o novo telescópio, cientistas pretendem descobrir mais sobre o Universo de 13,5 bilhões de anos atrás, conferindo pela primeira vez como as primeiras estrelas e galáxia se formaram, algumas centenas de milhões de ano depois do Big Bang.

A capacidade de captação de luz infravermelha é essencial para isso, pois no momento em que a luz dos primeiros objetos atingem os telescópios terrestres, o deslocamento para a extremidade vermelha do espectro magnético já ocorreu. Isso acontece por conta da ampliação do espaço entre objetos à medida que o Universo se expande.

Outra área de estudo que interessa muito os cientistas é a descoberta de mundos alienígenas. Os primeiros exoplanetas foram identificados nos anos 90 e atualmente já são mais de 4 mil encontrados. O Webb tem os instrumentos necessários para aprimorar essa “caçada” por planetas desconhecidos.

Pesquisadores de 44 países poderão utilizar o novo telescópio com propostas que incluem o uso das capacidades de captação de luz infravermelha para penetrar os buracos negros supermassivos nos centros das galáxias, incluindo a Via-Láctea. Eric Smith, cientista do projeto James Webb, reafirma a capacidade extraordinária do telescópio:

A capacidade de descoberta do Webb é limitada apenas por nossa própria imaginação, e cientistas de todo o mundo logo estarão usando este observatório de propósito geral para nos levar a lugares que nunca sonhamos em ir antes.

A NASA já operou os últimos testes do observatório de US$ 10 bilhões para saber se o telescópio sobreviverá à jornada de 1,6 milhões de quilômetros em busca das origens do Universo. A expectativa é que o James Webb seja lançado no dia 31 de outubro de 2021, na Guiana Francesa, em um foguete Ariane 5.

Você se interessa por ciência espacial? Quais suas expectativas sobre as descobertas que virão com o James Webb?


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