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Coronavírus: como Copa América pode piorar pandemia no Brasil | Detetive TC

17 de junho de 2021 17

Quando foi anunciada a mudança da Argentina para o Brasil, a Copa América 2021 gerou uma série de críticas e memes na internet devido à situação atual da pandemia do coronavírus no país.

Mas como essa competição, que já está em andamento desde o último domingo (13), assim como viagens internacionais no geral, podem colaborar para uma piora do cenário da Covid-19 em território brasileiro? O Detetive TC explica os detalhes a você.

Intervalos entre RT-PCR

Uma das medidas de segurança para a Copa América é testar os atletas antes de terem embarcado ao Brasil e frequentemente depois que chegaram. Algo semelhante ocorre no embarque de passageiros de outros países ao Brasil, independente de serem jogadores ou não.

É importante ressaltar que um exame negativo antes de uma viagem não significa estar totalmente livre do coronavírus no local de origem. Isso porque nem sempre o exame vai sinalizar positivo quando a pessoa ainda estiver assintomática, ou pressintomática.

Laboratórios privados e secretarias estaduais de saúde indicam a realização de um RT-PCR, exame molecular para descobrir a presença ou não do SARS-CoV-2, a partir do terceiro dia de sintomas. Em outras palavras, a precisão não é a mesma antes desse período e poderá dar um falso negativo nesses casos.

Esse intervalo pode se traduzir em uma janela entre se contaminar em um país e manifestar sintomas, bem como positivar no exame, já em outra nação.

Riscos de novas cepas

Dada a situação mencionada mais acima, isso significa que não é difícil uma pessoa viajar com o vírus de um país e o levar a outro, onde poderá manifestar sintomas e transmitir a mais pessoas. E como jogadores de seleções vêm de muitos lugares, não somente na América do Sul, mas também de outros continentes, como Europa, a circulação ainda é maior que, por exemplo, de torneios como Libertadores e Sul-Americana — os quais também possuem seus riscos elevados.

O vírus levado de uma nação a outra pode ser uma nova variante, desconhecida ainda naquele local, o que geraria uma circulação e geração de nova cepa no destino. No caso desta Copa América, no Brasil.

Protocolos são seguros?

Segundo o boletim da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) divulgado nesta quinta-feira (17), já são 65 casos de Covid-19 em pessoas envolvidas com a organização da Copa América 2021. 46 contaminados integram a equipe da própria Conmebol e de árbitros; enquanto os outros 19 são membros das delegações das equipes.

A quantidade elevada em tão pouco tempo, combinada com os aumentos seguidos dos números a cada dia, somente demonstram que os protocolos impostos para a realização da competição no país são insuficientes para conter o avanço da pandemia nesse grupo.

Outra evidência disso está na informação divulgada na noite dessa terça-feira (15), pelo portal Metrópoles. Segundo a apuração do veículo, jogadores da Venezuela em isolamento — são 12 da delegação em isolamento por terem testado positivo — teriam “sumido” do hotel onde estão hospedados — Brasília Palace Hotel.

Ou seja, os atletas têm saído para passear na capital federal mesmo infectados pelo coronavírus. Além disso, a publicação informou que a hospedagem não estaria testando os funcionários que tiveram contato com eles e jogam a responsabilidade na Conmebol pela situação. Esses empregados também entram em contato com outras pessoas, além de familiares.

O que funcionaria?

Em meio à competição, qualquer outra medida já não conseguiria mais ser aplicada de forma eficiente para prevenir casos de Covid-19 dentro das pessoas envolvidas com a Copa América.

No entanto, algumas soluções básicas poderiam ser feitas para evitar a grande incidência de casos. Uma delas é a criação de uma “bolha”, ou seja, uma sede única em um local, com os jogadores em isolamento prévio e constantemente testados, como foi feito no ano passado nas fases finais da UEFA Champions League 2019-20 e nos últimos playoffs da NBA.

Outra saída — e neste caso, aplica-se até mesmo a viagens comuns — consiste no que foi aplicado com sucesso na Nova Zelândia e em outros países: isolamento de duas semanas ao chegar de outro país. Assim, caso o vírus venha a se manifestar, poderá ser identificado antes mesmo de transmitir a mais pessoas.

E para você, os protocolos promovidos para a realização de Copa América e viagens têm sido aplicados da maneira correta? Deixe sua opinião para a gente nos comentários abaixo.


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