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Coronavírus: células T podem não ser fator decisivo na recuperação de pacientes

28 de julho de 2021 6

Atualização (28/07/2021) - HA

No começo do mês, foi divulgada uma pesquisa que associava as células T, responsáveis pela defesa do organismo, à morte de pacientes de Covid-19 em cenários no qual elas poderiam causar estragos no pulmão devido à reação imunológica. Agora, um novo estudo volta a tratar dessas células, mas concluindo que elas não são decisivas para a complexidade da infecção pelo coronavírus, nem essenciais na recuperação dos doentes.

A pesquisa publicada no mBio, jornal de acesso aberto da American Society for Microbiology, tirou as conclusões a partir de testes em macacos que possuíam uma forte perda de células T, e mesmo assim desenvolveram uma resposta eficiente a uma segunda infecção pelo Sars-CoV-2.

O responsável pela pesquisa, Kim Hasenkrug, disse que os resultados finais apontam para um caminho que destaca a importância das respostas dos anticorpos para a proteção pela vacinação em detrimento das reações das células T.

“Começamos este estudo no início da pandemia, tentando descobrir como fazer um bom modelo para estudar a doença em humanos usando animais. Os macacos se mostraram mais resistentes à doença do que esperávamos, então queríamos tentar descobrir por que isso aconteceu e tentar obter alguns insights sobre a doença em humanos também”.

Os testes esgotaram as células T dos macacos, que foram infectados pela Covid-19 de maneira repetida para avaliar a memória imunológica dos organismos. De fato, eles mostraram bons resultados independentes do esgotamento das células T. Encontrou-se, por sua vez, fortes anticorpos neutralizantes do vírus — contrariando as expectativas de especialistas da área.


Hasenkrug afirmou ainda que os macacos tiveram respostas mais fortes na ligação com o patógeno viral, e que isso provavelmente ocorreu como uma resposta compensatória dos organismos.

Matéria original (02/07/2021)

Estudos estão avançando cada vez mais sobre o coronavírus, mostrando que a Covid-19 pode utilizar até mesmo as glândulas salivares para se reproduzir e agora uma outra pesquisa mostrou que as chamadas células T, que são responsáveis pela defesa do organismo, podem muitas vezes ser responsáveis pelo falecimento dos pacientes.

A pesquisa feita pela equipe da Gladstone com ajuda da UC San Francisco e da Emory University mostrou que pacientes com índice maior de células T capazes de se infiltrar no pulmão e causar grandes estragos por conta da reação imunológica, o que muitas vezes leva o indivíduo a morte.

A pesquisa focou em classificar as células T remanescentes com amostras de sangue de pacientes que estavam na UTI, onde metade deles conseguiu se recuperar da doença, que passaram a apresentar cada vez mais células T do tipo Th1, responsáveis por combater vírus no organismo.


Por outro lado, os pacientes que não resistiram à doença possuíam outro tipo de células T, que produzem uma molécula inflamatória, que piora ainda mais a condição do organismo, deteriorando ainda mais o pulmão. Entretanto, células T regulatórias que acalmam a resposta imunológica também estavam presentes nestes pacientes.

A outra possível causa de morte é a grande quantidade de células T que conseguem se infiltrar e muitas vezes são recrutadas pelo pulmão, mas que acabam debilitando-o ainda mais. Conter o fluxo dessas células poderia salvar a vida destes pacientes e auxiliar na sua recuperação.

A esperança agora é que cientistas possam analisar os níveis e tipos de anticorpos em pacientes para prever qual curso da doença eles podem traçar, realizando tratamento preventivo para evitar falecimentos.

Por outro lado, Nadia Roan, a autora sênior e correspondente do estudo, afirmou:

As descobertas mostram correlações, não causas, o sistema imunológico é complexo, com muitas partes móveis e possíveis interações entre elas. Provar a causa da fatalidade exigirá mais estudos.

Finalizando, os cientistas afirmaram que estudos devem ser realizados em breve utilizando drogas em um modelo de camundongo com coronavírus em forma grave, para testar se elas podem ser eficazes em inibir essas reações prejudiciais do organismo e ajudar na sua recuperação.


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