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Jogos Olímpicos: 5G, robôs e mais novidades de tecnologia para Tóquio 2020 | Detetive TC

22 de julho de 2021 0

Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 foram adiados da data original para 2021, devido à pandemia do novo coronavírus, e serão realizados entre os dias 23 de julho e 8 de agosto. No entanto, o Comitê Olímpico Internacional decidiu não mudar o nome em relação ao ano original.

Como é de se esperar de uma Olimpíada realizada no Japão, o país se preparou com toda a expertise tecnológica que possui para uma série de tarefas, desde a recepção dos estrangeiros até melhorias dentro das competições esportivas.

Além disso, a Covid-19 ainda está existente em solo japonês e no restante do mundo, o que requer vários cuidados. Quer saber quais novidades serão inseridas tanto nas partidas como no controle da pandemia? O Detetive TC separou as principais inovações para contar a você.

Dentro dos jogos

Atletismo

As competições serão tomadas com novidades tecnológicas que buscam trazer mais modernidade e precisão nas competições. No atletismo, por exemplo, as largadas das provas de corridas serão feitas por uma pistola eletrônica, conectada a alto-falantes que ficarão atrás dos atletas.

Quando o gatilho é pressionado, o som vai direto para a saída, enquanto um flash de luz sai para mandar um pulso ao cronômetro. Até então, as pistolas convencionais faziam com que os corredores de raias mais distantes escutassem o disparo mais tarde.

Ainda no atletismo, agora as linhas de chegada terão câmera que grava até 10 mil imagens por segundo. Ela consiste na Scan’O’Vision, criada pela Omega, e é voltada ao acabamento fotográfico.

A intenção é que, com essa capacidade de gravação em um segundo, seja possível avaliar com precisão a classificação dos competidores e seus respectivos tempos exatos.

Natação

Outra inovação tecnológica é a presença de luzes nos blocos de partida da natação. Esse sistema, intitulado Swimming Light Show, permitirá saber qual nadador chegou em primeiro, em segundo e em terceiro. O dono do ouro terá um ponto grande aceso. Já o vice contará com a indicação com duas luzes, enquanto o bronze ficará com três.

A natação olímpica de Tóquio 2020 ainda estreará o VAR na arbitragem da modalidade. Ao todo, serão 30 câmeras subaquáticas, quatro externas e um grupo de juízes para checar as imagens. A decisão, assim como ocorre no futebol, será sempre do árbitro geral.

Para completar, um dos recursos tecnológicos importantes, apesar de não inédito, é o touchpad usado nas pontas da piscina. Ele se trata de um recurso para o nadador parar o cronômetro e computar seu tempo final com precisão. Basta uma pressão de algo entre 1,5 e 2,5 kg para conseguir interromper o relógio e marcar o fim da prova.

Fora dos jogos

No entorno das competições, o Japão também investiu pesado em recursos tecnológicos para servir ao período dos Jogos Olímpicos. Um dos principais exemplos é a presença de carros autônomos como transporte de atletas e voluntários durante o evento.

Tóquio terá uma série de robôs espalhados pela cidade, para facilitar a informação aos estrangeiros. Eles passarão informações de caminho para chegar em algum local, bem como servirão como tradutores simultâneos.

Em parceria com a Nec Corporation, a Olimpíada de 2020 ainda contará com tecnologia de reconhecimento facial, a chamada NeoFace. Ela será utilizada para encurtar o tempo de acesso de pessoas a determinados locais reservados e é esperada para atender atletas, funcionários, equipes e imprensa.

Rede 5G

Muitas dessas novidades em tecnologia para o evento não seriam possíveis sem o avanço da rede 5G no Japão. A rede móvel de quinta geração permitirá, no país, o envio de informações e imagens com maior estabilidade e o mínimo de atraso, devido à latência ultrabaixa.

A cidade olímpica poderá contar com uma quantidade maior de câmeras e drones para registrar os momentos e mandar em tempo real as imagens à transmissão oficial. Isso também possibilitará um tempo maior de gravação que a edição passada, no Rio de Janeiro, em 2016.

A tecnologia ainda será aplicada como maneira para melhorar o desempenho de atletas, por meio de coleta de informações do rendimento deles em vestimentas e calçados. Para completar, é por meio do 5G que tantas novidades em robótica e carros autônomos serão possíveis com segurança e sem qualquer latência que possa atrapalhar a experiência.

Transmissão em 8K

Sem público, as pessoas que querem acompanhar as partidas vão querer uma qualidade cada vez melhor de imagem para ver as disputas de maneira mais confortável. Para isso, uma das novidades promovidas pela emissora japonesa NHK é a transmissão da Olimpíada em 8K.

A resolução será aplicada nas cerimônias de abertura e de encerramento, além de outros jogos específicos. A exibição contará com outras tecnologias, como HDR e 22.2 canais de áudio. No total, serão 33 milhões de pixels, para trazer mais qualidade e nitidez, com sinal enviado via satélite.

No Brasil, porém, houve um regresso quanto a isso. No Rio 2016, a Globo realizou a primeira transmissão mundial de TV digital terrestre ao vivo em 8K, em parceria com a própria NHK, e exibiu em receptores instalados no Rio de Janeiro. Já o SporTV tinha canal fixo em 4K na grade de operadoras, com decoders compatíveis.

Desta vez, não haverá nenhuma emissora com sinal em Ultra HD no Brasil. Globo, SporTV e BandSports — canais detentores dos direitos do evento no país — apenas manterão seus sinais padrões em Full HD.

App para rastrear Covid-19

Um dos usos de tecnologia para esta edição olímpica consiste na criação de um aplicativo para rastrear a Covid-19. O desenvolvimento desta ferramenta custou aproximadamente US$ 69 milhões (~R$ 374 milhões) e tem como destaque monitorar os passos de quem estiver no Japão, a fim de prevenir a contaminação pelo novo coronavírus.

O uso deste app é obrigatório para quem viajar ao país e já tem sido relatado por jornalistas brasileiros que estão presentes lá. Apesar da proibição de público nos ginásios e arenas, ter uma ferramenta que evitasse o contágio massivo era uma necessidade para a realização dos Jogos.

O programa tem a função de registrar dados criptografados do usuário para os smartphones, sempre que se aproximam ao mesmo tempo em uma determinada distância. Quando uma pessoa testar positivo, é necessário registrar a informação no app.

A informação faz com que outros usuários que tenham ficado próximos de até um metro do indivíduo contaminado por 15 minutos ou mais sejam notificados. No entanto, o ministro local responsável pelo combate à pandemia, Nishimura Yasutoshi, ressaltou que o app não registrará dados que possam revelar a identidade ou privacidade das pessoas, como número de telefone ou localização.

Protocolos contra o coronavírus

Uma das grandes preocupações desta edição olímpica é a possibilidade de um aumento de casos de Covid-19 no Japão e pelo mundo, além da chance de existência de uma nova variante do SARS-CoV-2.

Para garantir a segurança na realização dos Jogos, houve uma série de regras definidas pelo Comitê Olímpico Internacional, Comitê Paralímpico Internacional e o Comitê Organizador de Tóquio 2020. Contudo, nada funciona perfeitamente quando é o caso de se expor.

Um dos protocolos principais contra a doença deveria ser a exigência de esquema vacinal completo para a entrada no país. No entanto, o COI e o Japão decidiram não obrigar a aplicação dos imunizantes, visto que seria impossível controlar as regras para cada nação integrante.

Segundo dados revelados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) do último dia 13 de julho, 90% dos 301 atletas nacionais inscritos tomaram ao menos uma dose da vacina. Já o número de competidores totalmente imunizados baixa para 75%. Isso tem cobrado seu preço.

Até esta quarta-feira (21), já eram cerca de 80 pessoas credenciadas infectadas com o coronavírus, algo que desperta a preocupação do público. Isso porque muitos deles estiveram em contato direto com várias outras pessoas nos últimos dias, como membros de equipe. São os casos dos jogadores de futebol da África do Sul Thabiso Monyane e Kamohelo Mahlatsi, além da ginasta norte-americana Kara Eaker.

Quais são as suas expectativas para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 no quesito de inovações tecnológicas? Participe conosco!


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