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Buraco na camada de ozônio é maior que todo o continente da Antártica em 2021

24 de setembro de 2021 19

A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) afirmou que o buraco na frágil camada de ozônio (O3) que envolve o planeta Terra, protegendo animais, plantas e seres humanos da radiação ultravioleta (UV) emitida pelo Sol, está piorando.

Dessa vez o tamanho da área onde o ozônio está abaixo de 200 unidades Dobson (DUs) na Antártica atingiu uma proporção muito maior que a de costume e agora supera a área total do próprio continente gelado.

Cientistas já vêm emitindo alertas sobre o cenário das mudanças climáticas no planeta há algum tempo. Segundo a NASA, a Terra tem acumulado quantidade de calor "sem precedentes" nos últimos anos e cientistas afirmam recentemente que a emergência climática atingiu níveis alarmantes.

Anualmente, assim que o Hemisfério Sul entra na primavera, a espessura da camada, que normalmente é de 275 DUs, o equivalente a 2,75 mm, se reduz drasticamente em função dos produtos químicos produzidos pela humanidade.

A partir de dados coletados pelo satélite Copernicus Sentinel-5P, a ESA concluiu que embora o buraco deste ano se pareça com o de 2020, que foi “um dos maiores e mais profundos dos últimos anos”, ele é “superior a 75% dos buracos na camada de ozônio nesse estágio da estação desde 1979”.

Para os observadores do Copernicus, a camada tem se recuperado lentamente nos últimos anos devido ao banimento dos clorofluorcarbonetos (os CFCs), presentes em aerossóis. A eliminação desses gases ocorreu a partir da assinatura do chamado Protocolo de Montreal em 1987, após consenso de governos do mundo inteiro.


A diminuição na espessura da camada de ozônio, ocorrida na primavera do Hemisfério Sul entre os meses de agosto e outubro, se reverte à medida que a temperatura da atmosfera aumenta, culminando na normalização total dos níveis do gás em dezembro.

Embora a recuperação do buraco da camada de ozônio ocorra a passos lentos, a NASA revelou em 2018 uma prova direta de que a proibição dos produtos químicos estava levando a uma redução na destruição da estrutura de gás. De acordo com os especialistas, o buraco na camada de ozônio sobre o Polo Sul poderá se recompor completamente por volta de 2050.


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