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Asteroide é desviado com sucesso após colisão em missão inédita, afirma NASA

11 de outubro de 2022 12

Atualização (11/10/2022) - por DT

A trajetória de um asteroide foi alterada com sucesso, pela primeira vez na história, após uma intervenção humana. A informação foi confirmada nesta terça-feira (11) pela NASA, agência espacial norte-americana.

O resultado é da Missão DART, que colidiu com a lua Dimorphos em 26 de setembro. A ação foi um teste para verificar a capacidade humana de desviar a rota de corpos celestes que poderiam entrar em rota com a Terra no futuro.


De acordo com a NASA, foi registrada uma mudança de 32 minutos no período da órbita do asteroide, o que representa uma mudança de 4% na rota. Essa alteração foi considerada "espetacular e animadora" pelos cientistas da agência.

"A missão DART mostrou que somos capazes de mudar trajetórias usando a técnica de impacto. A chave para isso é a detecção precoce [dos asteroides que podem estar em direção à Terra]", disse Nancy Chabot, cientista planetária do Johns Hopkins Applied Physics Laboratory (APL) e vice-presidente da Meteoritical Society.

Já o administrador da NASA, Bill Nelson, afirmou que a Missão DART mostrou que a agência está se preparando para o que quer que o universo nos envie. Vale destacar que a iniciativa foi apenas um teste e não há ameaça de colisão de asteroides com a Terra.

A NASA, agência espacial norte-americana, realizou com sucesso ontem, segunda-feira (26), uma etapa crucial da missão Dart (Double Asteroid Redirect Mission), que consistiu em colidir de propósito com uma nave espacial em um asteroide a 22.000 km/h.

A missão teve como alvo o asteroide Dimorphos e foi a primeira avaliação real de defesa planetária da história da Terra. O objetivo de toda essa operação é coletar dados que possam ajudar os cientistas a desviarem eventuais ameaças contra o planeta.

A colisão foi transmitida ao vivo, com imagens do espaço registradas pela câmera Draco (Didymos Reconnaissance and Asteroid Camera for Optical Navigation), que estava a bordo da nave e também foi destruída durante o impacto.

É possível ver a superfície do asteroide, com suas rochas e texturas, em detalhes. Confira, a seguir, o momento da colisão proposital:

As previsões da NASA sugerem que o teste Dart vai causar uma mudança de 1% na órbita de Dimorphos. Mas, ainda assim, pode ser a diferença entre um asteroide atingindo nosso planeta e um asteroide passando pela Terra em estragos.

Ainda segundo a agência, cerca de 27,5 mil asteroides de todos os tamanhos estão próximos à Terra, mas "nenhum deles representa uma ameaça nos próximos cem anos". A missão Dart custou mais de US$ 300 milhões (R$ 1,5 bi) e foi lançada em novembro de 2021.

A NASA deve iniciar nesta segunda-feira (26) a próxima etapa da missão DART, que irá testar o redirecionamento de asteroides para proteger nosso planeta de eventuais desastres no futuro. A agência espacial conseguiu registrar imagens raras antes de colidir sua sonda com um gigante rochoso esta noite, às 20h14 (horário de Brasília).

DART é sigla para “Teste de Redirecionamento de Asteroide Binário” (em português). O intuito do programa é verificar as capacidades tecnológicas dos seres humanos em redirecionar um asteroide, prevenindo que entre em rota de colisão com a Terra.

NASA investiu cerca de US$ 330 milhões na missão DART (Imagem: Reprodução/Reuters)

A missão leva esse nome devido ao seu alvo: a lua Dimorphos, que orbita o asteroide Didymos, tais que formam um sistema binário localizado a cerca de 11,8 milhões de quilômetros da Terra. O satélite natural tem diâmetro de 170 metros — cerca de quatro vezes maior que o Cristo Redentor — e pesa em torno de 5 milhões de toneladas.

A sonda foi lançada pelo foguete Falcon 9 da SpaceX em novembro de 2021 e teve a maior parte de seu trajeto controlada por diretores da NASA. Agora, poucas horas antes de sua colisão com a lua Dimorphos, o sistema possui navegação autônoma rumo ao seu alvo.

A agência espacial norte-americana projetou a missão de modo que seja segura para a Terra, portanto, não há risco de redirecionamento acidental com rota ao planeta.

Processo ilustrado da colisão da DART com a lua Dimorphos (Imagem: ESA)

A DART deve colidir com a lua a 24.000 km/h, reduzindo seu período orbital em cerca de 10 minutos, mas 73 segundos também serão considerados um sucesso. Embora soe como um impacto brando, isso é suficiente para fazer com que um asteroide em rota de colisão seja redirecionado para milhões de quilômetros de distância da Terra.

As fotografias abaixo foram capturadas por um satélite cúbico desenvolvido pela Agência Espacial Italiana — o LICIACube, lançado em conjunto com a sonda — mostrando um registro sombria da Terra a cerca de 11 milhões de quilômetros de distância (à esquerda) e o aglomerado de estrelas Plêiades (à direita).

(Imagens: NASA/API)

O LICIACube e as lentes da própria sonda deverão registrar o momento de impacto e enviar as imagens para a NASA. O processo poderá ser acompanhado ao vivo através do canal da NASA no YouTube. Você também pode assistir à missão histórica no reprodutor abaixo.

O que você achou da missão DART? Comente abaixo!


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