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Copa do Mundo 2022: quais as novas tecnologias aplicadas para o torneio? | Detetive TC

17 de novembro de 2022 2

A Copa do Mundo da FIFA de 2022 terá a sua abertura no próximo domingo, dia 20 de novembro. Ela será realizada no Catar e contará com uma série de inovações tecnológicas para dentro e fora do campo, por meio dos investimentos de US$ 200 bilhões feitos para esta edição do Mundial – cerca de 14 vezes mais do que a Rússia, em 2018.

Desde melhorias no árbitro de vídeo até recursos na montagem dos estádios, quais são as principais novidades no setor para o torneio? O Detetive TC separou as principais implantações para explicar a você.

VAR com IA e “bola conectada”

Para aprimorar o VAR que vimos estrear em Copas na edição de 2018, a FIFA acrescentou uma série de outras tecnologias no sistema de árbitro de vídeo, especialmente para os lances de impedimento.

A chamada Tecnologia de Impedimento Semi-Automatizado (SAOT) chega como uma versão melhorada, que aproveita tecnologia de Inteligência Artificial para processar os dados e chegar ao resultado mais rapidamente e com maior precisão.

Recurso já testado durante o Mundial de Clubes de 2021, ele coleta as informações por meio da bola Al Rihla – “A Jornada”, em tradução do árabe –, que conta com o Sistema de Suspensão Adidas, com um sensor de movimento que envia sua posição no campo 500 vezes por segundo.

Além disso, cada estádio contará com 12 câmeras adicionais dedicadas apenas para rastrear a posição da bola e 29 pontos no corpo dos jogadores, para que os “Robo-Refs” avisem os árbitros do VAR quando acontecer um lance de impedimento.

Sistema de resfriamento de estádios

Muitas pessoas ainda têm estranhado o motivo pelo qual a Copa de 2022 irá acontecer em novembro, e não no meio do ano, como era costume. A resposta está nas temperaturas bastante elevadas do Catar no período tradicional do torneio. Mas ainda assim, o clima lá não se mantém ameno.

Para tentar conter o calor intenso, os estádios contarão com um sistema de resfriamento tecnológico, que possa reduzir a temperatura média de 24°C para 18°C. Além disso, o recurso é 40% mais sustentável que as demais técnicas, o que resulta em menos consumo energético no local.

A ideia nasceu do professor sudanês da Faculdade de Engenharia da Universidade do Catar, Saud Abdulaziz Abdul Ghani. Ele criou um sistema inspirado no funcionamento do ar-condicionado do seu carro, ao misturar isolamento e “resfriamento direcionado”.

Na prática, o ar frio entra por meio de grades nas arquibancadas e outras tubulações no campo. Com essa circulação, o ar quente é puxado para trás, resfriado, filtrado e mandado para fora.

O resfriamento tecnológico está disponível tanto no Estádio Internacional Khalifa – o único pré-existente e que passou por reforma para a Copa – quanto nos outros sete construídos do zero para o torneio.

Arena desmontável

E por falar nas arenas da Copa, até a construção foi feita com diferenciais de tecnologia para facilitar a entrega dos locais e um custo baixo de construção. O principal é a capacidade “modular” feita pelo país.

Pegando como exemplo o Estádio 974, ele tem a capacidade de ser totalmente desmontado após o término do torneio. A montagem dele foi composta por meio de contêineres e estruturas de aço modulares, para facilitar todo o processo.

Esse tipo de construção é considerado um dos grandes avanços inteligentes realizados por um país-sede, além de ser considerado totalmente seguro e confortável.

Bonocle

Entre as novidades tecnológicas para a Copa do Mundo de 2022, está um produto que busca a acessibilidade. Chamado “Bonocle”, ele se trata de um aparelho que converte o conteúdo digital sobre a competição em braile.

Assim, os torcedores com deficiência visual poderão curtir o conteúdo do Mundial no formato que possa chegar de novas maneiras nunca disponíveis anteriormente. Essas pessoas poderão se locomover por Doha com menos restrições e mais possibilidade para realizar interações no local.

O “Bonocle” é um produto do Desafio 22, uma competição que buscava inovações tecnológicas no Oriente Médio, por meio do Comitê Supremo de Entrega e Legado, no Catar.

IoT no trânsito

A Internet das Coisas também terá papel importante no Catar. O país preparou uma série de automações fora das arenas, para auxiliar os torcedores nos deslocamentos pelos locais das partidas.

Ao pegar como exemplo a cidade de Lusail – onde acontecerá a final da Copa –, estarão instalados vários sensores responsáveis por capturar informações sobre o trânsito e horários de transporte, a fim de tornar a locomoção mais viável no local.

Drones para segurança

Em um evento do porte de uma Copa do Mundo, a segurança é um tema de grande importância para o país que sedia o torneio. No caso do Catar, uma saída consiste no uso de drones para fazer parte do sistema de proteção nos estádios.

O país-sede firmou uma parceria com a Fortem Technologies para a função. Os aparelhos poderão captar riscos de terroristas, condutas ilegais e outras ameaças. Eles irão sobrevoar a uma distância de 1,5 km do estádio e gerarão imagens em tempo real sobre os arredores.

E aí, você conhece outros exemplos de ferramentas tecnológicas que serão usadas para a Copa do Mundo de 2022?


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