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Nova Ranger: Ford começa a produzir motores da picape na América do Sul

14 de junho de 2024 7

A Ford iniciou a produção local de motores em que devem equipar a Nova Ranger na América do Sul. O movimento acontece depois da montadora fazer uma remodelação na fábrica de Pacheco, na Argentina, visando o lançamento do veículo. Nesse sentido, a operação acontece em uma nova planta digital e conectada inaugurada no complexo.

Essa planta, inclusive, vem com tecnologias de vanguarda e processos de produção 4.0. Martín Galdelano é presidente da companhia na América do Sul e comentou sobre o assunto:

A melhoria contínua dos nossos produtos e da nossa competitividade é chave para o negócio da Ford na região. Desde o seu lançamento, a Nova Ranger avançou em todos os indicadores. A qualidade é um grande diferencial do produto, que impacta diretamente na satisfação dos nossos clientes.

Satisfação dos clientes

A Ford diz que o nível de satisfação dos seus clientes em relação a Ranger aumentou mais de 20% com a nova geração. O automóvel soma 37 mil unidades na América do Sul e já chegou a conquistar alguns prêmios em sua categoria. Segundo Pedro Resende, diretor de Vendas e Rede da Ford:

No Brasil, a Ranger foi a picape que mais cresceu em 2023, com um avanço de 42,5% e mais de 20.000 unidades. E este ano, até maio, as vendas subiram 41%, somando mais de 9.700 unidades.

Ford Nova Ranger (Divulgação)

Em relação à nova fábrica de motores de Pacheco, vale destacar que ela possui capacidade para produzir 82.000 motores por ano em dois turnos. Além disso, foi desenvolvida com a participação ativa da engenharia regional. O sistema inteligente, por sua vez, usa mais de 2.000 sensores e possui mais de 50 câmeras para monitorar os componentes.

Kleber Fernandes, diretor de Qualidade da Ford América do Sul, explicou:

Além de robôs em operações críticas, usamos sistemas de inteligência artificial e aprendizado de máquina para garantir altíssima precisão, capazes de detectar variações de 0,004% no processo. E toda a operação é feita de forma sustentável, com 100% de energia renovável e zero geração de resíduo para aterro.

Ford começou a produzir motores da Nova Ranger na América do Sul (Divulgação.

Novas experiências

Um ponto importante em relação à experiência dos clientes é que a Nova Ranger promete ter uma série de atributos conectados e que podem ser personalizados pelos usuários. Nesse sentido, há recursos como a atualização via nuvem, agendamento de serviços online, acompanhamento preventivo inteligente e registro histórico de revisões.

Pedro Resende ainda diz que:

O cliente da Nova Ranger também tem acesso ao serviço leva e traz gratuito, ao Guia 360 com tutoriais sobre os equipamentos da picape e aos especialistas do Ranger Expert e Ford Concierge, prontos para ajudar no que ele precisar.


A Ford investiu US$ 660 milhões na fábrica de Pacheco e ampliou 70% a capacidade instalada para 110.000 veículos por ano. No caso, ela chegou a instalar uma linha de pressas de alta velocidade, de até 2.500 toneladas, bem como 318 novos robôs inteligentes na área da carroceria.

Há também tecnologia de tinta com alto teor de sólidos na parte da pintura, enquanto as linhas tiveram a implementação de controle automático de ferramentas de torque, escaneamento 3D para controle dimensional e mais de 1.000 câmeras e sensores, todos monitorados em tempo real com IA.

Mais sobre a Ford: confira os detalhes de uma das rivais da F-150 e o lançamento da versão off-road da picape elétrica da montadora.


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Comentários

Nova Ranger: Ford começa a produzir motores da picape na América do Sul
  • Ford prefere ficar na falida argentina do que no lalau do brasil

      • Falido, mas com segurança jurídica.

          • Pois é, o governo minto espantou a Ford daqui agora a gente tem que aguentar...

              • Certeza que foi ele? A Ford fechou a fábrica, pois tinha prejuízos com carros populares. E o fim das reduções de impostos pelo estado da Bahia, iria aumentar o prejuízo. Como só fabricava carros populares no Brasil, e ela iria parar de produzir esses modelos, então fechou a fábrica, era óbvio quando decidiu fabricar somente veículos de maior valor agregado, que são lucrativos. Agora um jumento que votou no Lula, conseguir entender isso, que é difícil.

                  • Tenho certeza que foi ele que espantou sim. O mundo todo tem. A menos que vocês queiram mudar a história até nisso, como costumam querer fazer. No fim vc falou falou e não disse nada. Só mugiu

                      • Usuário GigiVlad....
                        Tu está passando vergonha!

                        Vamos lá.... Deixa eu te explicar direitinho... Se tu quiser existe pesquisa google, sabia? Se tu quiser negar os textos abaixo, estará sendo burro:

                        Ford está há 4 anos sem fábrica no Brasil: qual é a situação da marca atualmente? No dia 11 de janeiro de 2021, a Ford anunciou o fechamento das três fábricas que operava no Brasil: a maior delas, em Camaçari (BA), produzia os automóveis Ka, EcoSport e Troller T4. Em 2019, a montadora já havia encerrado as atividades da sua unidade em São Bernardo do Campo (SP), como parte dos seus esforços de reestruturação global. Na tomada de decisão, pesou uma série de fatores na busca da empresa pela lucratividade no País. Confira os cinco motivos que fizeram a Ford, após mais de um século de presença no mercado brasileiro, optar por deixar de ser fabricante e se tornar uma importadora:

                        1 - Custo Brasil
                        2 - Alta do Dólar
                        3 - Eletrificação
                        4 - Reestruturação Global
                        5 - Pandemia

                        Mas os especialistas também destacaram que o ambiente de negócios brasileiro pesou para que o país perdesse espaço para a Argentina. O desaquecimento da economia brasileira, que reduziu as vendas de veículos no mercado, aliado a um pano de fundo de instabilidades jurídicas e alto nível de burocracia foram fatores importantes para a decisão, segundo os economistas.

                        ?A insegurança jurídica no Brasil, por vezes, é até maior do que na Argentina. Por exemplo, aqui as empresas precisam lidar não só com os possíveis aumentos de impostos, mas também com a mudança de regra no meio do campeonato. O imposto aumenta de um dia para o outro e pega todo mundo de surpresa, não há plano de negócio que se ajuste tão rapidamente?, diz Raphael Galante, economista que trabalha no setor automotivo há 14 anos e consultor na Oikonomia Consultoria.

                        Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Ford teve uma participação de mercado de 7,14% em 2020, a menor entre as marcas General Motors, Fiat, Volkswagen e Hyundai. Em 2006, a Ford detinha 11,34% do mercado.

                        ?Essa perda de espaço aconteceu principalmente devido à falta de inovação. A Ford não ampliou, não inovou, não atualizou seu portfólio na mesma velocidade que as concorrentes. Apesar da surpresa da notícia em um primeiro momento, era questão de tempo até a montadora ter que paralisar a produção. Afinal, os indicadores mostram que ela perdeu o nível de competitividade?, explicou Galante.

                        O Bolsonaro, em 2021, afirmou que lamenta a perda de empregos causada pela decisão da Ford, mas disse que a empresa não fala a ?verdade? e que queria subsídios para continuar no país. ?Lamento os cinco mil empregos perdidos. Mas o que a Ford quer? Faltou a Ford dizer a verdade. Querem subsídios. Vocês querem que continuem dando R$ 20 bilhões para eles, como fizeram nos últimos anos? Dinheiro de vocês, do imposto de vocês?, disse a apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.

                        Dados do Ministério da Economia levantados pelo jornal O Estado de São Paulo mostram que incentivos tributários para fabricantes de automóveis atingiram R$ 43,7 bilhões entre 2010 e 2020. Além de benefícios em tributos federais, as empresas contam com os dados pelos estados, que não entraram na conta do Ministério da Economia.

                        Porém, Martins, da FGV, não acredita que a falta de subsídios tenha sido um motivo para a Ford deixar o país. ?Historicamente, o Brasil tem políticas agressivas de subsídios e incentivos ao setor automotivo de forma geral. No passado, o setor tinha altos níveis de empregabilidade, que diminuíram devido à automação das máquinas e à evolução da tecnologia. Ainda assim, é um setor muito importante para o Brasil?, explica. ?Mas a Ford não está abandonando o Brasil por falta de subsídios. É uma decisão estratégica, cujo primeiro sinal já havia sido dado com o fechamento da fabrica de caminhões em São Bernardo do Campo, no ano de 2019.?

                        Martins ressaltou que a Ford recebeu subsídios, e cada montadora usufrui desse tipo da oportunidade como deseja. ?É difícil cravar quem usa qual subsídio ou incentivo. A Rota 2030 ficou conhecida e deve fomentar o desenvolvimento tecnológico, investimentos e algumas fabricantes estão adotando medidas nessa direção, mas vão receber os incentivos fiscais se alcançarem determinadas metas de eficiência energética e de investimentos em novos carros, por exemplo. Os incentivos por meio de impostos, como ICMS, imposto de importação e IPI são pontuais e os governos federal e estadual utilizam esses mecanismos em certos momentos. Não foi a falta disso que fez a Ford ir embora?, diz.

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