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Insetos e carne artificial? Seu prato daqui três décadas talvez não desperte a fome hoje

04 de janeiro de 2017 36

Pode parecer que está longe – é pouco menos que o tempo que eu já vivi neste mundo –, mas dentro de 30 anos a população humana da Terra vai beirar os 9 milhões. E, nas próximas três décadas, a ciência precisa buscar soluções para evitar que a gome assole a humanidade de maneira ainda pior do que já acontece atualmente – como na África.

Algumas soluções já estão bem encaminhadas, mas dificilmente você vai achar alguma delas apetitosa atualmente. Mas, calma: pense em um homem da Idade Média no mundo atual, com o monte de comida industrializada. Ele possivelmente condenaria toda a raça humana à fogueira por bruxaria, além de achar uma Pringles obra do capeta – e nojenta.

Mas, afinal, o que vai fazer parte do nosso cardápio diário dentro de três décadas que seja tão nojento quanto uma Pringles para um homem medieval? Pense em insetos, carne artificial e até comida impressa! Prepare-se para o seu prato do futuro a seguir:

Insetos

Alguns cientistas afirmam que a massa total de formigas na Terra pode ser igual ou até maior do que o total de toda a raça humana. Parece uma boa opção transformar os insetos em comida, certo?

Claro, não devemos esperar por porções de formiga ao molho de laranja nem nada parecido em nossos pratos. Há que se pensar nos nutrientes que precisamos para sobreviver.

Já é possível encontrar massa ou barras feitas com farinha de grilo em alguns locais nos EUA, por exemplo. Calcula-se que 100 gramas de grilo podem fornecer cerca de 13 gramas de proteína. Gafanhotos oferecem um pouco mais: 21% de sua massa é de proteína.

O mais interessante é que o cultivo desses animais é menos prejudicial ao planeta. Eles consomem menos comida do que um gado para fornecer mais ou menos a mesma quantidade de nutrientes. E não soltam gases que aumentam o efeito estufa.

Carne artificial

Foto: David Parry / PA Wire

Carne bovina criada em laboratório já é uma realidade. Mas ainda não para produção em massa. Assim como peixes e até camarão, tudo em processo de estudos, mas com resultados promissores.

Em 2011, um estudo publicado na Environmental Science and Technology mostrou que carne de laboratório pode ser produzida com 7 a 45% menos energia, 78 a 96% menos emissões de gases e 99% menos uso da terra do que a carne bovina convencional da Europa.

Peixe criado em fazendas

Um dos maiores problemas da pesca é que, sem controle, pode dizimar populações de peixes inteiras em pouco tempo. No entanto, um estudo recente mostrou que a pesca sustentável pode ajudar a aumentar a quantidade de peixes no mundo até 2050.

Mas por que pescar em mar aberto se podemos fazer como fazemos com o gado? Atualmente, já há muitos restaurantes e mercados vendendo carne de peixe de fazenda. Desde 2011, produz-se mais carne de peixe em cativeiro que bifes no mundo.

Quanto à sustentabilidade, é possível obter a mesma quantidade de proteína dos peixes em relação à carne de boi com muito menos comida.

Algas

Diferentes estudos já concluíram que algas, além de absorver dióxido de carbono da atmosfera e trocar por oxigênio, também são boas fontes de proteínas, carboidratos, gorduras e até Ômega 3, o que faz destas plantas uma grande fonte de nutrientes para seres vivos, incluindo a raça humana.

Mas há algumas contestações. O composto nutritivo Soylent incluía algas como parte dos ingredientes, mas a empresa acabou retirando depois que houve reclamações de que elas causavam problemas gastrointestinais.

A TerraVia, empresa fornecedora de algas da Soylent, nega as acusações de que a farinha de alga cause problemas de saúde em quem a consome. Atualmente, há produtos no mercado com óleo de algas. Até agora, não houve acusações de que o produto cause problemas de saúde.

Transgênicos

Já vastamente presentes em diversos produtos industrializados e até mesmo na ala de hortifruti dos mercados em grandes cidades, a comida transgênica tem tudo para continuar ganhando espaço na mesa do ser humano.

Milho, batata, beterraba, canola, soja e muitos outros vegetais já são vastamente produzidos a partir de sementes modificadas geneticamente. E uma nova técnica promete que o ser humano plante maçãs e batatas que não escureçam e até criem porcos resistentes a vírus.

Apesar das acusações de fazerem mal para a saúde, até agora não há nenhuma comprovação de que a técnica de modificação genética torne os alimentos cancerígenos.

Comida impressa

A NASA está investindo em pesquisa de comida impressa em 3D para facilitar a vida dos astronautas em gravidade zero, permitindo que eles imprimam seu próprio alimento no espaço. Mas essa técnica pode ir muito além, economizando tempo e criando alimentos fáceis de mastigar para quem tem problemas de deglutição.


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