LOADING...
Faça login e
comente
Usuário ou Email
Senha
Esqueceu sua senha?
Ou
Registrar e
publicar
Você está quase pronto! Agora definir o seu nome de usuário e senha.
Usuário
Email
Senha
Senha
» Anuncie » Envie uma dica Ei, você é um redator, programador ou web designer? Estamos contratando!

Em busca de companhia: descoberta sobre a Lua expande o número de planetas habitáveis

10 de agosto de 2017 2

Todas as descobertas que a humanidade faz sobre o Universo, trazem novas implicações para nossa espécie como um todo. Entender como o sistema solar foi formado e como nós aparecemos aqui, vai nos ajudar a escolher melhor os lugares onde pode existir vida. E é por isso que o novo estudo do MIT (Massachusetts Institute of Technology) em colaboração com a Universidade Rutgers é tão interessante. Um time de pesquisadores descobriu que o campo magnético da Lua sobreviveu por muito mais tempo do que os cientistas calculavam anteriormente.

O campo magnético da Terra é a única proteção que nós temos contra a radiação espacial. Um pouco dela vem de fora da nossa galáxia, mas a maioria das partículas que atingem o nosso planeta vêm do Sol, e seriam extremamente prejudiciais para a vida se não fossem repelidas. Esse tipo de radiação é tão perigosa para nós que, um dos maiores desafios para a exploração espacial de Marte e outros corpos celestes, é encontrar uma maneira de proteger os astronautas destes raios. Por isso, até hoje, os cientistas consideram que a presença de um campo magnético é um dos fatores essenciais para um planeta suportar vida, mas também pensavam que corpos do tamanho da Lua não conseguiriam manter um pelo tempo necessário. O novo estudo pode provar que eles estavam errados.

Sonia Tikoo observa amostras de rochas lunares no laboratório da Universidade Rutgers

Para conduzir os experimentos, a equipe de pesquisadores usou rochas lunares que foram trazidas à Terra pelos astronautas da missão Apolo 15. Objetos tendem a perder suas propriedades magnéticas ao serem aquecidos até temperaturas muito elevadas, então Sonia Tikoo, a principal autora do artigo publicado na revista Science Advances, esquentou as rochas lunares até 780 graus Celsius. Após o procedimento, ela foi capaz de determinar o nível de magnetização original das pedras e o resultado foi maior que o esperado.

Os cientistas que estudaram os materiais tragos da Lua estabeleceram que eles têm aproximadamente entre um bilhão e dois bilhões e meio de anos. Isso significa que o campo magnético do nosso satélite, que já foi tão poderoso quanto o da Terra, durou muito mais tempo do que era esperado. Os novos dados apontam que ele continuava ativo até dois bilhões de anos atrás. Atualmente a Lua não possui um campo magnético e os cientistas não tinham certeza de quando ele deixou de funcionar. Em comparação a Marte, que perdeu a maior parte de seu campo magnético quatro bilhões de anos atrás, o resultado encontrado para a Lua surpreendeu.

Informações sobre a Lua podem ter iniciado uma nova era da exploração espacial

Nós não descobrimos apenas novas informações sobre o satélite natural da Terra, este estudo mostra que devíamos estar procurando por vida não somente em planetas, mas também em suas luas. “Agora a questão passa a ser qual o tamanho dos planetas e luas nós devíamos considerar como potencialmente habitáveis” disse Sonia Tikoo. A resposta é apenas uma: temos ainda muito trabalho a fazer.


2

Comentários

Em busca de companhia: descoberta sobre a Lua expande o número de planetas habitáveis
Android

TOP 10 smartphones de elite com melhor desempenho | Guia do TudoCelular

Android

TOP 10 smartphones de elite com melhor autonomia | Guia do TudoCelular

Android

TOP 10 smartphones intermediários com melhor desempenho | Guia do TudoCelular

Android

TOP 10 smartphones intermediários com melhor autonomia | Guia do TudoCelular