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Cientistas descobrem o maior vulcão do mundo com cerca de 150 mil quilômetros cúbicos no Havaí

22 de maio de 2020 3

Um grupo de cientistas descobriu, a 952 quilômetros da costa noroeste de Honolulu – capital do Havaí – o que passou a ser considerado o maior vulcão do mundo. Com cumes de cerca de 52 metros espalhados pelo oceano, o vulcão possui, no total, cerca de 150 mil quilômetros cúbicos. A maior parte de sua estrutura fica submersa.

O monte, que foi batizado de Pūhāhonu – que significa “tartaruga subindo para respirar" em havaiano, está entre uma grande cadeia de outros vulcões e montanhas submarinos que vão desde o arquipélago havaiano até o extremo leste da Rússia. Muitos dos vulcões dessa cadeia – que conta com aproximadamente 120 estruturas – estão mortos há muito tempo e submersos no oceano, encobertos pelas ondas, embora os picos relativamente jovens que compõem as ilhas havaianas ainda se elevem sobre a terra e, ocasionalmente, explodem.

Após a descoberta, o Pūhāhonu desbancou o Mauna Loa no título de maior vulcão do mundo. O antes gigantesco e agora minúsculo (se comparado ao novo vulcão) possui cerca de 80 mil quilômetros cúbicos e fica localizado próximo à ilha do Havaí. Desde sua base no fundo do mar até seu cume, a milhares de pés sobre a ilha, Mauna Loa se eleva a mais de 9.170 metros, o que a torna, tecnicamente, mais alta que o Monte Everest.

Imagem: Reprodução

"O novo cálculo de volume mostra que Pūhāhonu é substancialmente maior que qualquer outro vulcão havaiano, incluindo Mauna Loa, que se presume ser o maior vulcão da Terra", escreveu o pesquisador no estudo, que ainda será publicado na edição de julho da revista Earth and Planetary Science Letters.

Para obter mais informações sobre a montanha descoberta, os cientistas utilizaram detectores sonares e gravitacionais, encontrando toda a pegada topográfica do vulcão, desde os pequenos picos até as rochas mais profundas. De todo a sua totalidade, apenas 30% fica acima do mar, ao passo que o restante fica tão abaixo no oceano que chegou a afundar a crosta centenas de quilômetros ao longo dos seus 14 milhões de anos.

A equipe explicou ainda que o Pūhāhonu pode ser o vulcão mais quente já encontrado no mundo. Examinando amostras de olivina, mineral que se forma do magma frio e cristalizado, os pesquisadores estimaram que o magma expelido pelo vulcão chegava perto de 1.700ºC em sua primeira erupção.


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