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Bordas finíssimas do ZTE Nubia Z9 foram um 'grande salto em engenharia'

12 de maio de 2015 5

No mercado atual de telefonia móvel, aparelhos que economizam nas bordas parecem ser o ápice da moda. Vários conceitos, especulações e vazamentos citam dispositivos com design "sem bordas" e ressaltam a experiência futurista oferecida por tais produtos. Entretanto, a única que realmente conseguiu 'sair do papel' ao lançar o Nubia Z9 com uma das maiores proporções entre o display e a parte frontal da estrutura encontrada em celulares. E para alcançar tal feito, a companhia chinesa precisou de um bom investimento em sua equipe de engenheiros.

Evidentemente, ao analisar as molduras encontradas em smartphones modernos, há uma grande dificuldade em reduzir tais dimensões. A maior culpada na impossibilidade de criar um gadget 'borderless' é a antena responsável pelas redes móveis, tradicionalmente fabricadas em um formato largo, ocupando justamente a parte lateral do interior dos modelos. Mudar essa forma, geralmente, significaria perder boa parte da recepção 4G ou 3G. ZTE, em contrapartida, foi capaz de desenvolver uma peça longa e estreita sem perder a qualidade do sinal.

Modelo escuro do ZTE Nubia Z9 com suas "bordas inexistentes"

Cavendish SmarTune é o nome da tecnologia que tornou possível a produção de antenas estreitas que, além de facilitarem a criação de eletrônicos com bordas finas, ainda apresenta um resultado superior em termos de frequência. Desta forma, após conhecer o funcionamento exemplar do mecanismo, há chances de outras fabricantes de celulares optarem pela mesma arquitetura, causando diretamente no aumento de smartphones com molduras ínfimas em varejistas, portanto os conceitos antigamente tratados como futuristas podem, enfim, virarem realidade.

Em adição ao design 'borderless' implementado pela ZTE no Nubia Z9, a empresa asiática ainda decidiu usar o espaço adicional do display para criar funções únicas nas extremidades do painel de pixels. Ao interagir com as laterais da tela, usuários conseguem executar ações rápidas, como bloquear e desbloquear o acesso à interface, registrar uma captura de tela, usar comandos especiais em jogos, acionar rapidamente a câmera, transformar qualquer parte da borda em um obturador e, caso a chinesa libere o kit de desenvolvimento, muitas outras aplicações podem desfrutar da novidade.

Há também a opção dourada para quem gosta do pigmento considerado 'premiado' no mercado de tecnologia

Nubia Z9, depois disso tudo, mantém um padrão de elite em suas configurações internas, trazendo tela de 5,2 polegadas em resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) 3 GB ou 4 GB de RAM (LPDDR4), chipset Qualcomm Snapdragon 810 com processador octa-core rodando a 2,0 GHz e Adreno 430 para os gráficos, 32 GB ou 64 GB de memória para o armazenamento interno, câmera principal e frontal de 16 e 8 megapixels, respectivamente, bateria de 2.900 mAh e Android 5.0 Lollipop, modificado pela interface ZTE Nubia UI 3.0. O preço inicial do aparelho na China é de US$ 564, ou R$ 1.772 na cotação atual, desconsiderando os impostos brasileiros.


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