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Internet no Brasil é cara? Segundo a Anatel, preço médio baixou mais de 70% desde 2010

21 de junho de 2016 34

Todo mundo concorda que a internet banda larga fixa no Brasil é cara, certo? Tanto que a Anatel afirmou, em defesa da franquia, que manter pacotes com acesso ilimitado apenas encareceria ainda mais as assinaturas. Mas, de acordo com a própria agência, o preço cobrado caiu bastante nos últimos cinco anos. O órgão regulador divulgou o relatório anual de 2015, e um dos destaques é a queda no valor do Mbps praticado no país que, segundo os dados, caiu mais de 71% de 2010 até 2015.

O documento mostra que, no começo da década, o valor médio cobrado pelas operadoras por 1 Mbps era de R$ 21,18 mensais, preço que caiu para R$ 5,98 em 2015. Isto significa que houve redução de 71,7% no preço médio pago pelos brasileiros pela assinatura da banda larga fixa. Entre 2014 e 2015, houve queda de 15,5%.

No entanto, é bom observar que este cálculo é realizado levando em conta o número de
usuários por faixa de velocidade, a velocidade média oferecida pelas empresas e a receita total das prestadoras. Ou seja, é uma média geral, e não significa que a assinatura do pacote de 1 Mbps deveria estar menos de R$ 6 em média.


Pelo gráfico, também podemos notar que duas operadoras baixaram bastante seus preços: Telefônica/Vivo e Oi. A primeira, que era a que cobrava mais caro em 2010, hoje possui valor médio mais baixo que a segunda. As duas, no entanto, seguem as mais careiras, enquanto Claro/Net e Tim oferecem os preços médios mais baixos atualmente.

A maioria dos brasileiros ainda assina pacotes de 512 Kbps a 2 Mbps ou entre 2 Mbps e 12 Mbps, sendo o segundo grupo a maioria desde 2014. No entanto, o ano de 2015 viu um grande aumento entre os usuários com plano entre 12 Mbps e 34 Mbps, como podemos ver no gráfico abaixo:


A diminuição nos valores praticados poderia indicar maior concorrência entre as operadoras, certo? Mas não é isto o que aconteceu. Apesar de haver aumento no número de empresas prestando o serviço de banda larga fixa, que aumentou 19,5% entre 2014 e 2015, segundo a Anatel, o número de assinantes está cada vez mais concentrado nas três maiores operadoras. Isto, claro, tem a ver também com a aquisição da GVT pela Telefônica/Vivo.

Com a aquisição da GVT pela Telefônica, houve movimentação entre a segunda e a terceira posições do mercado de banda larga fixa: a participação da Telefônica cresceu, na comparação com 2014, 11,5 pontos percentuais, saltando de 17,1% para 28,6%. No período, a participação de outras empresas no mercado cresceu 2,5 pontos percentuais, resultado do aumento do número de autorizadas.


Banda larga fixa cresce

A crise financeira não parece ter afetado o mercado de banda larga fixa brasileiro. Outros serviços, como telefonia fixa, móvel e TV por assinatura, apresentaram queda na base de assinantes. A internet, no entanto, cresceu 6,2%, atingindo um total de 25,5 milhões de acessos no ano de 2015.

Isto demonstra, como já verificado em pesquisa, que o brasileiro dá cada vez mais valor ao acesso à internet, seja por lazer, buscar informações ou, principalmente, para se manter a par de ofertas e descontos, de modo a economizar nas contas mensais de supermercado e bens de consumo.



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