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Smart TVs: como se comporta o burn-in nas tecnologias atuais? | Detetive TC

02 de dezembro de 2021 0

Um dos mais temidos problemas de quem compra uma nova Smart TV é o famoso efeito burn-in, quando os pixels ficam queimados e aparecem “fantasmas” do canal ou da imagem anterior na tela, como logo de emissoras, gerador de caracteres ou elementos de jogos.

Muito comum em TVs de tubo e plasma, esse é um efeito que também pode estar presente em tecnologias mais recentes. Mas como as evoluções nos materiais de televisores recentes colaboram para mitigar esse problema? O Detetive TC detalha as principais da atualidade.

LCD e LED

Diferente do que acontecia em telas mais antigas, o LCD e até mesmo o LED comuns já reduziram bem a incidência de burn-in. A presença de uma iluminação externa ajudou a diminuir o processo, mas não acabar com eles.

Ainda é possível ter o efeito nesses tipos de telas, principalmente se você usar a sua televisão em condições desfavoráveis, como ficar muitas horas em uma mesma imagem parada.

OLED

O grande vilão, neste caso, é o OLED. Por se tratar de um display com LEDs que se autoiluminam, essa luz orgânica – aos poucos – começa a se queimar sem uma regularidade. O resultado é a formação de manchas escuras no painel – como se fossem “fantasmas”.

A tecnologia tem evoluído e hoje fabricantes já têm prometido até 100 mil horas de vida útil das TVs OLED. Isso, em uma média, permitiria assistir cerca de dez horas todos os dias durante aproximadamente 30 anos.

Mais especificamente os painéis AMOLED, usados em celulares e notebooks, ainda são propícios para o efeito, por mais que também tenha uma evolução. Mas este ainda não atingiu o mercado de Smart TVs.

QLED e Nanocell

No caso dos painéis QLED, há uma segurança maior de que o efeito não acontecerá. Isso porque o material é formado por pontos quânticos no lugar dos LEDs orgânicos, ou seja, não sofre com degradação ao longo do tempo – ao menos, não da mesma maneira que o OLED.

Os televisores com a tecnologia Nanocell funcionam de maneira semelhante. Aqui, os nanocristais presentes no display podem ser controlados de forma individual – na prática, isso melhora a qualidade de imagem e a segurança quanto aos “fantasmas”.

OLED Evo e Neo QLED

Em 2021, novos materiais surgiram no mercado de Smart TVs. Entre eles, destacam-se o OLED Evo e o Neo QLED. Como pode se esperar, as evoluções também ajudaram ainda mais a dar segurança quanto ao efeito burn-in aos consumidores.

No caso do OLED Evo, utilizado pela LG, o segredo da proteção está na mudança de componentes. A fabricante substituiu os substratos azuir de hidrogênio pelo deutério. Em termos práticos, há uma baixa da retenção permanente de imagem, o que aumenta a vida útil do aparelho.

Já o Neo QLED, na realidade, não deixa de ser um QLED. Isto é, os materiais aqui seguem inorgânicos, para não deixar grandes riscos ao usuário.

Como fica a garantia?

Geralmente, as fabricantes de Smart TVs OLED consideraram por muito tempo o burn-in como mau uso e não cobriam esse tipo de dano na garantia. Na nova linha OLED EVO, a LG resolveu dar cinco anos de garantia em países como Estados Unidos e Reino Unido – no Brasil, é apenas um ano –, por entender que as mudanças explicadas mais acima foram efetivas.

Já a Samsung entrega garantia de 10 anos em seus televisores QLED, devido à dificuldade deste painel de gerar o efeito tão indesejado, e manteve o mesmo tempo para os modelos Neo QLED.

Melhor prevenir do que remediar

Como é algo pouco coberto pelas fabricantes, o segredo para não ser atingido por ele está em se prevenir, ao não deixar muito tempo na mesma imagem em painéis mais propensos, bem como pesquisar antes de fazer a compra se aquela TV poderá sofrer mais com esse problema do que outras.

Você já sofreu com burn-in na sua Smart TV? É um dos seus pontos de atenção na hora de comprar um televisor novo? Relate a sua experiência para a gente no espaço abaixo.


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