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Apple Watch Series 5: o melhor, mas com ressalvas | Análise/Review

02 de novembro de 2019 24

Você provavelmente vai pensar que estamos de bajulação com a Apple ou até mesmo recebendo para falar bem dos produtos dela – ainda mais depois dos nossos últimos reviews ressaltando a superioridade dos novos iPhones – mas é impossível negar o quanto o Apple Watch Series 5 é superior a qualquer outro smartwatch que já passou por aqui, apesar de não ser perfeito.

A Apple já vem fabricando relógios inteligentes há algum tempo, mais precisamente, 4 anos, e apesar da primeira geração ter uma usabilidade duvidosa – mesmo que tenha estabelecido um patamar para a época, a quinta geração é um salto considerável em relação a terceira, mas traz mudanças mínimas em relação a quarta.

Melhorias e independência

Bem, vamos falar a verdade: a maior concorrente da empresa de Cupertino no ramo desses vestíveis é, praticamente, ela mesmo, e cada geração do smartwatch traz apenas pequenos ajustes em relação a geração anterior. Na geração 3 foi o barômetro e o giroscópio, na geração 4 foi a tela maior e o ECG e na geração cinco podemos afirmar que bem, hum... é difícil de explicar.


Entenda, o Watch Series 5 trouxe sim melhorias em relação as gerações anteriores, essas só não são tão pontuais quando comparadas aos lançamentos passados. Como de praxe temos um processador mais potente, o S5, capaz de dobrar o desempenho em relação ao visto na terceira geração e, é isso; basicamente, o mesmo discurso de todo ano. Mas para você que quer saber: ele é rápido, entrega animações bastante fluídas e passa longe, mas muito longe de travar.

Além disso, em resumo, temos uma nova tecnologia de tela, uma nova versão do WatchOS que oferece mais independência ao relógio – apesar disso não se manter exclusivo dessa geração – e uma bússola embutida que permite a navegação direta no Apple Maps sem a necessidade do iPhone.

Eu falei que estava mais independente, não foi?

Mas afinal, o que mudou?

Mas vamos direto ao ponto, o que essas mudanças implicam na sua vida como futuro proprietário de um Apple Watch Series 5? Se você tem um Series 4, quase nada; se você tem um 3 ou inferior, muita coisa.

De imediato temos o aumento do display e o ECG emprestado da geração anterior, mas a novidade desse ano é a chamada tela “Retina Sempre Ativa”, que não desliga nunca, mantendo o mostrador sempre ativo. É sério, pode parecer besteira, mas não ter que ficar girando o braço o tempo todo ou ter que apertar o botão ou a coroa para ativar a tela é uma praticidade enorme – que o digam os donos do Amazfit Bip e do falecido Pebble.

Além da tela, temos a bússola embutida que pode ajudar bastante àqueles mais aventureiros que querem curtir um dia imerso dentro do mato e não querem ter que levar muita coisa, e o novo aplicativo de medição de ruído desenvolvido pela Apple para ajudar seu usuário a manter sua audição preservada, longe da exposição prolongada a barulhos muito altos.

WatchOS 6: uma grata surpresa

E falando de aplicativo, chegamos na parte do sistema... Ok, não foi uma conexão muito boa, mas vá lá, pelo menos a gente tentou. O WatchOS 6 é um dos pontos que mais chama a atenção no novo Series 5 – e olha que a tela não apaga, hein? Isso porque o relógio está mais útil do que nunca e apesar da independência sugerida pela Apple não ser a maior de todas, sendo necessário ter o iPhone ao lado em alguns momentos, esse ponto está muito melhor do que em qualquer momento anterior.

Agora o relógio conta com uma App Store própria, o que deve trazer uma qualidade de desenvolvimento ainda maior, já que os desenvolvedores devem olhar com outros olhos para o sistema do relógio.


No entanto, é impossível negar os obstáculos que ainda existem para tornar o relógio verdadeiramente independe do smartphone, já que alguns aplicativos ainda são muito mais viáveis de ter acesso e inserir informações através do iPhone – sendo uma das maiores provas disso a necessidade de ter que pegar seu telefone para inserir a senha de autorização para uma compra feita na App Store do próprio relógio.

Enfim, um detalhe relevante que não diminuí tanto o mérito do dispositivo, mas que pode ser um destaque para quem estava procurando um motivo para falar mal; ainda mais com alguns outros modelos do mercado, como é o caso do Kospet que comparamos aqui, capazes de substituir o telefone totalmente, levando praticamente um smartphone para o seu pulso.

Nem tudo é perfeito...

Mas não acaba por aí. Lembra que falamos que o Series 5 não é perfeito? Então, ele de fato não é, e se você for comprar o relógio aqui ou lá fora e for usar exclusivamente aqui no Brasil, a experiência pode ser um pouco pior. Logo quando pegamos o novo relógio da Apple, uma das primeiras coisas que fizemos foi ir diretamente no ECG, recurso inaugurado no Series 4, para tentar identificar qualquer tipo de anomalia no batimento do nosso coração.

Doce ilusão. Assim como alguns proprietários do relógio da geração passada já devem saber, o recurso de eletrocardiograma embutido no modelo precisa de autorização da ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para funcionar em solo nacional, e por mais que você tente fazer alguma gambiarra com o relógio por aqui, o recurso não irá funcionar.

A única forma viável até o momento é comprar o smartwatch em alguns dos países autorizados e ativar o ECG com o seu próprio iPhone pareado; não adianta ser do amigo, se mudar o dispositivo pareado aqui no Brasil, adeus ECG. Ou seja, ou é viajar para comprar o relógio ou pedir muito para que a Apple inicie o processo de regularização aqui no país.


Mas os problemas, ou “problemas”, não acabam por aí - afinal, por ser o relógio mais caro entre seus concorrentes, esperamos o máximo possível, algo que o Series 5 até tenta, mas não entrega. Entendemos que por ter uma tela maior e sempre ativa, o consumo de bateria será maior – mesmo que a Apple diga que não, mas a autonomia que alcançamos de quase 30 horas em nossos testes é um tanto quanto decepcionante... isso, porque eu, particularmente, acho um incômodo ter que colocar mais um gadget para carregar no final do dia, quase todo dia.

Porém, talvez isso seja uma vantagem. Entenda: assim como nas gerações anteriores, o novo Apple Watch não traz um sistema de rastreamento de sono nativo, feito pela própria Apple, sendo totalmente dependente de aplicações desenvolvidas por terceiros. Logo, se não há um controle do sono, o relógio pode passar a noite na tomada enquanto você dorme com uma pulseira da Xiaomi, por exemplo hahaha.

Conclusão

Enfim, brincadeiras à parte, como falamos, o Apple Watch Series 5 pode ser sim considerado como o melhor smartwatch do mercado, mas há ressalvas. Se você possui orçamento ilimitado para gastar com o combo Smartphone + relógio inteligente e não liga de ficar preso ao ecossistema da Apple, adquirir a nova versão do smartwatch junto com um dos novos iPhones pode ser uma das melhores alternativas, já que a integração entre os aparelhos e a fluidez e qualidade das opções oferecidas é admirável.

No entanto, se esse não é o seu caso, optar por opções mais acessíveis do mundo Android ou até mesmo a gerações anteriores dos dispositivos da Apple podem se encaixar melhor para a sua necessidade e pro seu bolso, já que o novo relógio começou a ser comercializado oficialmente por aqui a partir de R$ 3.999.

Mas e você, o que achou da nova geração de relógios da Apple? Conta para a gente aqui nos comentários! Como de praxe, os melhores preços para os relógios da maçã, com os melhores descontos, você pode conferir na seção abaixo.

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