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Contrabando: 25% dos celulares vendidos no Brasil são irregulares, diz pesquisa

27 de março de 2024 11

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) publicou uma pesquisa que revelou que o mercado brasileiro já soma 25% de celulares irregulares.

Segundo a entidade, que representa fabricantes como Samsung, Apple e Motorola, foram 6,2 milhões de telefones vendidos sem o devido recolhimento de impostos em 2023. Isso representa um crescimento de 77%, uma vez que esse número era de 3,5 milhões de unidades em 2022.

Comentando o assunto, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, classificou esses dados como preocupantes, exigindo uma ação do governo.

É crescente o número de celulares que têm entrado via contrabando no Brasil. Os números são assustadores. Nesse ritmo, os celulares irregulares podem chegar a 30% de participação nas vendas neste primeiro semestre.

Imagem/reprodução: Receita Federal.

Barbato também disse que a maior parte dos smartphones contrabandeados entram no país via fronteira com o Paraguai.

A quantidade de celulares que o Paraguai importou no ano passado é desproporcional à sua população.

Quando se vê notícia de apreensão de carga com mil aparelhos, é só uma gota d’água no oceano.

Ao todo, foram 16,7 milhões de aparelhos importados no país vizinho, enquanto a população paraguaia é de apenas 6,7 milhões, o que evidencia a redistribuição para outros países, principalmente o Brasil.

O Redmi Note 12, da Xiaomi, foi o smartphone mais popular no "mercado cinza" e ele é vendido nos marketplaces com desconto que chega a ser de até 50% em relação ao preço oficial.

Produtos da Realme e OPPO também estão ganhando popularidade entre o público brasileiro.

Distribuição via marketplaces

A Abinee também destaca que a "explosão" no consumo de aparelhos contrabandeados está relacionada à facilidade de achá-los nos marketplaces, uma vez que 90% da venda desses smartphones acontece online.

Isso porque o preço é atrativo, custando 38% a menos que um aparelho regularizado.

Vários marketplaces voltaram a fazer a comercialização de produtos não homologados. Hoje, estamos evitando falar nomes porque, lamentavelmente, é uma coisa feita de forma generalizada. Eles perderam negócios e não viram nada de efetivo em tolher as vendas de produtos irregulares.

O principal problema dos aparelhos irregulares é que eles não possuem certificação da Anatel, sendo que as fabricantes também não oferecem garantia local. Além disso, há uma considerável perda de arrecadação federal, podendo chegar a R$ 4 bilhões.

Outra consequência danosa ao país é a redução da produção local de smartphones, resultando em menos empregos.

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