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5G, home office e mais: pandemia gera novos impactos na tecnologia | Detetive TudoCelular

09 de junho de 2020 0

A pandemia do novo coronavírus teve, desde a sua origem, uma proximidade muito grande com a área de tecnologia. O primeiro epicentro, a cidade de Wuhan, já era um importante local para o setor, com diversas indústrias afetadas e referências ao segmento – como você viu em um Detetive TudoCelular no começo do ano.

Agora disseminada em todo o mundo, com parte dos países na fase descendente, os impactos da Covid-19 seguem no meio tech com perspectivas que prometem ser duradouras e outras que devem ser temporárias. A coluna separou alguns pontos e conta a seguir:

Atraso no 5G

O avanço da pandemia se deu em meio ao desenvolvimento de tecnologias para o uso do 5G. Mas a chegada do SARS-CoV-2 atrasou muitos dos planos para a implantação da rede de quinta geração em vários locais do mundo.

O Canadá, por exemplo, postergou na segunda-feira (8) a próxima venda de espectro para o 5G no país. A intenção é auxiliar as operadoras a priorizar o fornecimento da conectividade atual, em meio à alta demanda.

Já o Brasil é outro exemplo de um possível adiamento da implantação da próxima geração de rede móvel. Isso porque, conforme a Covid-19 se mantém no país, a Anatel tem sido pressionada a mudar a data do leilão para 2021.

Imagem: Reprodução

Fake News ainda atrapalham

Um dos fatores que não contribuem para o avanço do 5G em meio à pandemia é a quantidade de Fake News que ainda surgem no mundo, as quais creditam erradamente à tecnologia a disseminação do vírus ou outros impactos negativos à saúde.

Na última semana, por exemplo, a Ericsson chegou a ordenar a suspensão das atividades durante dois dias nas torres norte-americanas, a fim de proteger os seus funcionários. Na ocasião, havia um protesto marcado contra a rede de quinta geração, após o boato disseminado na internet.

Algo semelhante aconteceu na Inglaterra no começo de abril, quando torres 5G chegaram a ser incendiadas devido ao falso medo de haver uma relação com o coronavírus.

Home office veio para ficar

Muitas empresas do mundo, neste período com medidas de quarentena, passaram a adotar o home office. A situação não é diferente com as gigantes de tecnologia. E este cenário permanecerá ao longo de praticamente todo o ano de 2020 para Google, Facebook, Microsoft e Amazon.

A maioria dos funcionários de Google e Facebook apenas retornarão aos escritórios no próximo ano, mas com limitação da capacidade para menos de 30% nos meses após a reabertura. No caso específico da empresa de Mark Zuckerberg, a sede presencial será reaberta em julho, mas com um limite de 25% da capacidade e verificação de temperatura.

Já a gigante de Mountain View adotou uma estratégia escalonada: primeiro, a volta terá apenas entre 10% e 20% dos trabalhadores. Até o final do ano, o número chegará de 20% a 30%. Nesse método, o CEO da empresa, Sundar Pichai, espera que a maioria dos empregados possam ir ao escritório uma vez por semana.

Amazon e Microsoft foram além e estenderam o trabalho remoto até o mês de outubro deste ano. O Twitter foi além de determinou a manutenção do home office por tempo indeterminado.

Desemprego no setor

Apesar da adoção do home office, são grandes as possibilidades de demissões em massa nas empresas de tecnologia. Na Índia, por exemplo, já são mais de 10 mil cortes em companhias do setor até o final do último mês de maio.

Um dos exemplos mais recentes no país foi o BookMyShow, que mandou embora 270 funcionários, número o qual representa 18% da equipe total. Já a Zomato anunciou uma demissão de 600 trabalhadores e corte salarial de até 50% para os próximos seis meses.

A Nasscom divulgou uma pesquisa recente com a indicação que nove em cada dez startups indianas estão “sangrando”, devido às consequências da pandemia. 62% delas estariam com uma queda de receita superior a 40%, enquanto 34% apresentam baixa de mais de 80%.

“Do nada, esta saga de crescimento florescente foi subitamente atingida por um obstáculo ... o obstáculo Covid. Não há país, empresa ou ser vivo que não tenha sido afetado pela pandemia da Covid.”


Debjani Ghosh

Presidente da Nasscom

Mas a situação não se limita à Índia. Outras empresas de tecnologia pelo mundo também passam pelas mesmas dificuldades. Uma delas é a Uber, que já anunciou a demissão de mais 3 mil funcionários somente em meados de maio.

Queda na venda de smartphones

No começo deste mês de junho, a Gartner publicou uma pesquisa sobre as vendas de smartphones a nível global, no primeiro trimestre de 2020. Em decorrência dos efeitos do novo coronavírus, o comércio de celulares mostrou um declínio de 20% no período.

Todos os cinco principais fabricantes de aparelhos registraram uma baixa nos três primeiros meses do ano, exceto a Xiaomi – que conseguiu um crescimento de 1,4%. Mesmo na liderança em participação, a Samsung caiu 22,7%. Mas a pior queda foi da segunda colocada Huawei, com baixa de 27,3%.

Na sequência, a Apple caiu 8,2%, e a Oppo despencou 19,1%. As demais companhias combinadas sofreram redução de 24,2% nas vendas.

Tendência de mais mudanças

Apesar de a coluna ter mostrado o cenário mais recente de mudanças na área de tecnologia, a tendência é que novas transformações ocorram no setor. As lives de artistas devem se consolidar ainda mais como uma forma de manter a atividade cultural, mas no meio virtual.

Outro ponto já destacado pelo Detetive TudoCelular em uma coluna anterior é o uso da telemedicina. A realização de consultas médicas a distância tende a ganhar corpo conforme a adesão aumenta por parte de clínicas, hospitais e planos de saúde.

E aí, você tem algum palpite sobre outros impactos futuros da pandemia do novo coronavírus no setor de tecnologia? Participe conosco!


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