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iPhone 13: fornecedores da Apple negam corte de produção, mas relatam dificuldades

15 de outubro de 2021 5

Atualização (15/10/21) - JB

Recentemente, vimos que um relatório trouxe a informação de que a falta de componentes está fazendo com que alguns fornecedores da Apple cortem a produção do iPhone 13. Isso já foi o suficiente para que o mercado revisasse para baixo todas as previsões de vendas.

Além disso, as ações da gigante de Cupertino tiveram uma queda considerável, mas novas informações desmentem o relatório anterior. De acordo com diversos fornecedores da Apple, apesar a dificuldade de produção, a escassez de chips ainda não afetou o ritmo de montagem da linha iPhone 13.

Mesmo assim, diversas fornecedoras deixam claro que a entrega de aparelhos para a Apple pode acabar atrasando em alguns momentos.

Por mais que as empresas digam que está tudo bem, os consumidores tem notado um atraso considerável na entrega dos smartphones "na ponta". Um exemplo disso é que é preciso aguardar quase um mês para receber o iPhone 13 Pro Max em alguns mercados.

Por enquanto, a Apple não comentou o assunto. Assim, salientamos que tudo precisa ser observado com uma certa dose de cautela.


Atualização (13/10/2021) - por DT

Relatório aponta cortes na produção do iPhone 13 após falta de componentes para a fabricação

Um relatório, divulgado na terça-feira (12) pelo site Bloomberg, apontou que a Apple está analisando cortar a produção da linha iPhone 13 em até 10 milhões de unidades por causa de problemas de abastecimento de componentes em suas fábricas.

O documento sugere que a empresa da maçã está vendo problemas de produção com alguns de seus parceiros auxiliares. O relatório especifica que as empresas Broadcom e Texas Industries estão tendo dificuldades para entregar seus chips.

Caso o corte previsto aconteça, a Apple deve conseguir finalizar cerca de 80 milhões de unidades até o final de 2021. Esse número ainda é maior que o registrado no ano passado durante o auge da pandemia pelo mundo, que afetou e ainda afeta a fabricação.

Anteriormente, a Apple projetou uma alta demanda para o iPhone 13 e uma alta na produção também. Apesar do risco de redução do ritmo, analistas de mercado ouvidos pelo site AppleInsider não acreditam que isso vai afetar de fato as metas da Maçã.


Eles apontam que a indústria ainda está atormentada por problemas de abastecimento. No entanto, a Apple deve receber mais atenção dos fornecedores e a demanda prevista para 2022 não parece ser fora do comum em relação aos anos anteriores.

Já outros analistas afirmam que a Apple vai ter cada vez mais dificuldades em aumentar suas receitas e pode muito bem experimentar uma queda nos números por um período, à medida que a empresa passa por efeitos da Covid-19.

A Apple já mostrou indícios de preparo para a alta demanda do iPhone 13 desde agosto, entretanto isto pode não ter sido o suficiente, pelo menos segundo relatos da Nikkei Asia, que afirma que clientes estão disputando muito para adquirir um iPhone nas lojas.

Confira algumas imagens de consumidores desesperados para adquirir os novos iPhones em um shopping localizado na província de Shaanxi, na China:

Acredita-se que o problema esteja sendo causado também pela crise sanitária no Vietnã, onde fábricas estão funcionando em ritmo reduzido para evitar maiores complicações por conta do coronavírus. O componente que estaria em falta no mercado seria o responsável pela estabilização óptica avançada, que agora está presente em todos os aparelhos da linha iPhone 13.

Os montadoras ainda podem produzir os novos iPhones, mas há uma lacuna de fornecimento onde os estoques dos módulos de câmera estão acabando", disse um dos executivos com conhecimento direto ao Nikkei Asia. "Não há nada que possamos fazer a não ser monitorar a situação no Vietnã todos os dias e esperar que eles aumentem a produção.


Acredita-se que o problema deve ser solucionado no início de outubro, mas analistas alertam que problemas podem surgir em outros fornecedores da Apple como Foxconn e Pegatron, então é preciso ficar atento.

A situação pode melhorar já em meados de outubro, já que a produção em uma das principais instalações de fabricação de módulos de câmera do iPhone no sul do Vietnã foi gradualmente retomada nos últimos dias após vários meses de interrupção dentro e fora, disse outro executivo familiarizado com a situação ao Nikkei.

O impacto dessa escassez já está afetando algumas concorrentes da Apple como a Samsung, pois fornecedores já estão priorizando a Maçã ao invés da sul-coreana na entrega de peças como bobinas de alto-falantes e componentes dos módulos de câmera para smartphones.

Também é dito que a Apple deve aumentar a sua produção para suprir esta demanda, que deve subir de 75 milhões em 2020 para 90 milhões em 2021, um crescimento de até 20%, segundo a Bloomberg.

A principal justificativa para a alta procura pelo iPhone são as sanções dos EUA contra a Huawei, que está perdendo cada vez mais mercado para a Apple. Já as demais fabricantes como Oppo, Vivo e Xiaomi não devem sofrer com escassez de hardware, visto que elas têm grandes estoques de componentes.

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(atualizado em 19 de outubro de 2021, às 20:28)

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