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Coronavírus: vacina da Pfizer e BioNtech também apresentou resultados positivos

20 de julho de 2020 9

Atualização (20/07/2020 às 14h20) - BB

Após a divulgação que as vacinas produzidas pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca e pela CanSino apresentaram eficácia nas primeiras fases de testes, com a vacina britânica apresentando poucos efeitos colaterais, mais duas farmacêuticas divulgaram informações de que suas pesquisas também foram sucedidas.

É o caso da Pfizer e da BioNtech, que também lideram um estudo para fabricação e distribuição de uma vacina para conter o avanço do novo coronavírus no mundo. De acordo com a divulgação, o composto criado apresentou respostas imunes fortes e em um tempo inferior ao que era estimado das células T, que são fundamentais na proteção do organismo contra o vírus SARS-CoV-2.

Além disso, as farmacêuticas destacaram que nenhum efeito colateral grave foi apresentado para as pessoas que receberam a vacina, resultando apenas em alguns sintomas de gripe e algumas reações no local de aplicação. De acordo com a publicação sobre o resultado, foram apenas “situações que foram resolvidas espontaneamente ou poderiam ser gerenciadas por medidas simples”.

Apesar de apresentar informações promissoras, os dados ainda precisam ser revisados por pares da comunidade científica para, só então, ser validade e publicada em uma revista.

Texto original (20/07/20 às 12h08)

Coronavírus: duas vacinas em testes contra a COVID-19 apresentam resultados positivos

O dia de hoje, 20 de julho, começou com boas notícias para a população mundial em relação ao combate ao novo coronavírus. Isso porque duas das vacinas que estão em fase mais avançada de testes apresentaram eficácia no combate à COVID-19. A primeira é a vacina de Oxford e a segunda é uma que é testada na China, pelo laboratório CanSino.

A primeira destas, produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca está, atualmente, na terceira fase de testes e conta com voluntários brasileiros. Já a segunda está representa os resultados da segunda fase clínica de testes.

Vacina de Oxford

Os resultados da pesquisa sobre a Vacina de Oxford foram publicados como um estudo pela revista científica The Lancet nesta segunda-feira e mostrou que ela apresenta bons resultados no combate ao novo coronavírus.

O teste foi realizado de forma randômica com dois grupos com 1.077 pessoas no total: um de controle que recebeu a injeção contra a meningite e um cego, que não sabia qual medicamento havia sido ministrado.

Segundo a publicação, que indica os resultados das fases 1 e 2 dos testes, a vacina apresenta poucos efeitos colaterais e é ainda mais efetiva após a aplicação de uma segunda dose. Os cientistas ainda divulgaram que são poucos os efeitos colaterais apresentados e que, ainda assim, são facilmente controlados com a administração de paracetamol.

Dentre os possíveis sintomas estão: fadiga, que foi apresentada em 70% das pessoas; dor de cabeça, com 68% dos voluntários apresentando este sintoma; e ainda dor no local da aplicação, dor muscular, calafrios e febre alta.

É importante destacar que, apesar de promissor, o estudo ainda é um pouco precoce, sendo necessária a obtenção de mais dados afim de constatar sua verdadeira eficácia. No momento, a vacina de Oxford está em fase 2 de testes no Reino Unido e 3 no Brasil, África do Sul e também no Reino Unido.

CanSino Biologics

A vacina em produção na China, pelo laboratório CanSino Biologics em parceria com o exercito chinês, atualmente está em sua fase 2 de ensaios clínicos e foi testada com mais de 500 pacientes. O composto utiliza um adenovírus recombinante do tipo 5.

O estudo teve como um dos objetivos, a verificação de uma eficácia para avançar os testes para a terceira fase, que envolverá um grupo maior de pessoas e que deverá verificar se a vacina é, de fato, eficaz contra a inibição do vírus SARS-CoV-2.

Apesar de também ter sido um teste randômico, não foram divulgados resultados mais detalhados, como possíveis efeitos colaterais ou quantidade de pessoas que apresentaram a criação de anticorpos.

Vale lembrar o governo chinês está em negociação com o Brasil para o teste da vacina Ad5-nCOV, produzida pela CanSino, no país.


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