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Coronavírus: consumo de cigarros comuns e eletrônicos aumentam o risco de infecção

13 de agosto de 2020 0

Um estudo realizado pela Universidade de Stanford, no estado da California, nos Estados Unidos levantou alguns dados sobre o risco de contaminação pelo novo coronavírus por pessoas que consomem com certa frequência cigarros comuns ou eletrônicos.

A pesquisa, que entrevistou 4.351 pessoas, entre jovens adultos e adolescentes que possuem idades entre 13 e 24 anos, indicou que aqueles que fumam cigarros eletrônicos apresentam de cinco a sete vezes mais chances de contrair a COVID-19, doença causada pelo vírus Sars-coV-2. Esses dados são comparados com pessoas que não fumam nenhum tipo de cigarro.

O relatório, que foi publicado na última terça-feira – 11 de agosto – no Journal of Adolescent Heath, mostra a pesquisa que indagou quais dos 4.351 entrevistados já usaram cigarros comuns ou vaporizadores e quais deles os consumiram nos últimos 30 dias.

Os dados revelaram que os jovens que utilizam os vaporizadores possuem cinco vezes mais chances de apresentar algum sintoma da doença. Enquanto isso, os fumantes de cigarros normais têm o risco aumentado para sete vezes.

Em relação a aqueles que foram testados para a doença, a pesquisa revelou que os que fumam cigarros eletrônicos também apresentaram uma probabilidade de infecção pelo novo coronavírus cinco vezes maior. E aqueles que utilizaram os dispositivos nos últimos trinta dias tiveram uma probabilidade de receber um diagnóstico positivo para a doença 6,8 vezes mais.

Os pesquisadores cruzaram os dados obtidos na pesquisa com os índices populacionais e os números de ocorrências da doença nos estados de cada um dos participantes, além de verificar se eles seguiram as orientações de distanciamento social e as medidas de prevenções.

Apesar de revelar uma chance maior de contaminação, o estudo não conseguiu identificar quais as causas exatas para isso, apesar de entender que a vaporização pode afetar a imunidade do organismo. Os pesquisadores sugerem, ainda, que uma das causas pode ser que os fumantes têm contatos mais frequentes da mão com a boca e outras partes do rosto.

Enquanto isso, no Brasil, o governo do Paraná assinou um acordo para a produção e testes da vacina criada pela Rússia. Todos os procedimentos deverão acontecer no estado após a aprovação da Anvisa. Já em São Paulo, o governador João Doria afirmou que a população poderá começar a ser vacinada já em janeiro de 2021.


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