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Chegando ao Brasil: Elon Musk afirma que Starlink terá cobertura mundial em agosto

01 de julho de 2021 37

Atualização (01/07/2021) por LL

Os numerosos lançamentos de foguetes da fabricante aeroespacial SpaceX carregando os satélites da Starlink deram lugar a uma perspectiva de implantação global da internet da companhia do bilionário Elon Musk muito mais breve que o esperado. Esperava-se que a conexão móvel via satélite da Starlink teria cobertura mundial até setembro deste ano.

No Brasil, por exemplo, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já certificou antenas da Starlink, dando sinal verde a um dos primeiros passos para a implantação da internet via satélite no Brasil. Mas ao que tudo indica, o serviço estará disponível a nível mundial antes de setembro, de acordo com nova publicação de Elon Musk em sua conta no Twitter.

O bilionário afirmou que "todos os 72 aviões orbitais serão ativados em agosto, além de muitas outras melhorias, permitindo uma cobertura global, exceto para as regiões polares [Norte e Sul], que precisarão de mais 6 meses." Em um primeiro momento, a Starlink vai ser disponibilizada para 12 países; a cada mês outras localidades passarão a ser contempladas pelo serviço.

Elon Musk ainda aproveitou para comunicar o marco de mais de 69 mil usuários da Starlink ativos. O serviço de banda larga de alta velocidade conta com mais de 1.800 satélites na órbita baixa da Terra e não é nada barato.

No Brasil já é possível encomendar a instalação da conexão via satélite; paga-se uma taxa de US$ 99 para registro e aquisição do kit da antena e roteador por US$ 499. A mensalidade custa US$ 99.

A princípio, a SpaceX divulga que a banda larga Starlink deve atingir velocidades de 50 Mb/s a 150 Mb/s, com ping variando entre 20ms a 40ms e sem franquia de uso. Musk afirma que o objetivo do serviço é alcançar lugares remotos do planeta e ainda possibilitar a movimentação de modems, ou seja, os usuários poderão utilizá-la mesmo fora de casa.

Um após outro, a SpaceX, empresa de sistemas aeroespaciais de Elon Musk, faz lançamentos e instalações orbitais para ampliar o alcance da Starlink, a provedora de internet via satélite do bilionário, que em breve deve se tornar literalmente móvel, sendo possível mover modems e utilizar a conexão em qualquer lugar.

A novidade ainda não chegou ao Brasil, mas a companhia de internet da SpaceX já se prepara para entrar no mercado nacional. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou duas antenas de satélite que ficarão instaladas nas estações terrestres do provedor, que deve chegar ao país em fase de testes Beta até o final do ano.

Certificação da antena Gateway V3, da Starlink. Imagem: Reprodução/Anatel

Já são mais de 1,6 mil satélites em órbita e o serviço conta com mais de 10 mil assinantes, sendo que no momento seis países fazem parte da fase de testes Beta da internet da Starlink. As pré-encomendas ultrapassam 500 mil pedidos nos Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.

No Brasil, também é possível encomendar a instalação da conexão via satélite, embora a chegada da novidade só deva acontecer entre a segunda metade e o fim deste ano.

É preciso pagar uma taxa de US$ 99 para registro e comprar o kit da antena e roteador por US$ 499. A princípio, a SpaceX divulga que a banda larga Starlink deve atingir velocidades de 50 Mb/s a 150 Mb/s, com ping variando entre 20 ms a 40 ms e sem franquia de uso.

Com o último lançamento, a rede de Elon Musk já contabiliza mais de 1,6 mil satélites.

A certificação na Anatel engloba duas versões da antena Gateway V3, com diferença apenas na frequência de operação. O equipamento foi classificado como transceptor para estação terrena, utilizado para aplicação de serviço de comunicação por satélite. A solicitação de homologação foi feita pela Starlink Brazil Serviços de Internet Ltda.

No certificado, é possível descobrir que a antena opera na banda Ku e tem capacidade para transmissão com velocidades de até 4 Gb/s. O equipamento é fabricado pela SpaceX nos Estados Unidos e possui modem integrado.

A certificação do equipamento para a base terrestre é um dos primeiros passos para a chegada da Starlink no Brasil, mas a empresa ainda precisa pedir a homologação da antena que ficará instalada nas casas dos clientes de banda larga.

A Starlink também solicitou à Anatel o direito para explorar satélites estrangeiros no Brasil. Caso a autorização seja concedida, a empresa também precisa obter uma licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), exigida para todos os provedores de internet.

Qual sua provedora atual? Você utilizaria a rede da Starlink?


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