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Coronavírus: variante da Copa América tem mutação inédita e seria mais transmissível

14 de julho de 2021 18

Atualização (14/07/2021) — RB

Detectada nesta semana no Brasil, a variante B.1.621 do novo coronavírus teve mais características reveladas nesta quarta-feira (14). Esta mutação, que teria vindo ao país em decorrência da Copa América, seria mais transmissível e contaria com uma mutação inédita.

A variante teve sua primeira ocorrência em janeiro de 2021, na Colômbia. Desde então, chegou a aparecer em mais 19 países das Américas e da Europa, como detalham especialistas em vigilância genômica no site Pango Lineages.

A B.1.621 está presente na “lista de alerta” criada pela Organização Mundial da Saúde, bem como outras versões virais com a necessidade de monitoramento e maiores pesquisas. Até o momento, ela ainda não recebeu uma letra grega em sua nomenclatura, como as anteriores.

Perigos

O perigo da variante está em cinco mutações importantes apontadas pelo CDC da Europa na espícula, a proteína Spike que fica na parte externa do coronavírus e tem o papel de iniciar a infecção na célula humana. Quatro delas (E484K, N501Y, D614G e P681H) foram vistas em outras cepas já conhecidas, mas uma delas (R346K) é nova e desconhecida.

A modificação tornaria a B.1.621 mais transmissível e uma ameaça maior ao controle da pandemia. Em cidades como Córdoba, Bolívar, Atlántico e Choco, ela já representa um número superior a 60% de todas as investigações genéticas desde o começo de 2021.

Agora, os especialistas irão voltar suas atenções ao monitoramento do avanço desta nova variante dentro do Brasil, a fim de impedir que ela se espalhe mais na população local.

Qual é a sua avaliação sobre a nova mutação encontrada? Interaja conosco!

Texto original (12/07/2021)

Covid-19: nova variante é identificada no Brasil em seleções que jogaram a Copa América

O Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, identificou a variante do novo coronavírus B. 1.216 em amostras colhidas de dois jogadores que disputaram a Copa América e estavam com a doença no Mato Grosso. A variação só foi identificada no território brasileiro após a realização da competição.

Os testes positivos foram de um colombiano e um equatoriano. Colômbia e Equador se enfrentaram em Cuiabá, na Arena Pantanal, na abertura do torneio, em 13 de junho.

Segundo o último balanço divulgado pela Conmebol, em 24 de junho, 166 pessoas ligadas à Copa América estavam com o vírus. O instituto recebeu dos estados as amostras vindas dos jogadores, comissão e delegações dos países para fazer a sequência.

Nova variante B 1.216

A variante encontrada nos testes é originária da Colômbia, mas já chegou no Caribe, nos Estados Unidos e em algumas localidades da Europa. Até o momento, a nova variação B 1.216 não trouxe a indicação de desenvolver uma forma mais letal ou contagiosa da doença, mas ainda há as variantes de preocupação, como a Delta, que têm essas características.

Após confirmar a identificação da nova variável, o Adolfo Lutz enviou alertas para o Estado do Mato Grosso, território onde o material foi coletado, e ao Ministério da Saúde.

Durante os jogos, além do Mato Grosso, a seleção da Colômbia teve partidas contra Venezuela, Peru, Brasil, Argentina e Uruguai em Goiás, no Rio e no Distrito Federal. Já o Equador só saiu do Mato Grosso para enfrentar o Brasil, no Rio. O país também jogou contra Venezuela, Peru e Argentina.

O governo estadual do Mato Grosso e o Ministério da Saúde não se manifestaram sobre a descoberta da nova variante.

Preocupações com a Copa América

A possibilidade dos jogadores estrangeiros que viessem ao Brasil pudessem trazer novas variantes do coronavírus foi um dos motivos para especialistas e autoridades criticarem a realização da Copa América no país.

Alguns Estados, como São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Rio Grande do Sul chegaram a vetar a realização de partidas em seus territórios.

Desde que o governo federal e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciaram a realização da Copa América no Brasil, o Ministério da Saúde solicitou auxílio do Adolfo Lutz para a realização do mapeamento genômico, que permite a identificação de novas variáveis, nos testes de Covid-19 realizados nos envolvidos na competição.

Só em São Paulo, já foram identificadas 21 variantes diferentes do coronavírus, segundo balanço do Instituto Butantan do último dia 26 de junho. A variante Gama, originária de Manaus, é a mais comum em circulação.


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