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Problemas imunológicos podem afetar eficácia das vacinas contra a Covid-19, aponta estudo

20 de maio de 2021 4

À medida que a vacinação contra o coronavírus avança, novas descobertas sobre seus efeitos colaterais, eficácia a longo prazo e outras informações são adquiridas pela indústria farmacêutica, possibilitando uma análise mais profunda e melhores recomendações à população.

De acordo com o estudo liderado por Dorry Segev, médico-cirurgião e professor na Universidade Johns Hopkins, pessoas com sistema imunológico comprometido podem não estar totalmente protegidas contra a Covid-19, mesmo após recebem a dosagem completa de alguma vacina.

A eficácia dos imunizantes contra o coronavírus baseados em mRNA foi analisada com dados da vacinação.

É de conhecimento geral que a imunidade dos seres humanos impacta diretamente na forma em que respondem à infecção do SARS-Cov-2, causando quadros graves da doença e não raramente levando a óbito quando as células imunes não exercem sua função suficiente ou adequadamente.

Todavia, as análises permitiram aos cientistas observarem que o uso de imunossupressores em decorrência de transplante de órgãos é um fator de alto risco, visto que as medicações podem afetar seriamente a defesa natural do corpo humano durante a terapia.

O estudo acompanhou centenas de pessoas que receberam um órgão transplantado, das quais apenas 15% produziram anticorpos contra o vírus após a primeira dose de uma vacina mRNA não especificada. O número aumenta para 54% após a inoculação da segunda dose.

Para contrastar, um estudo paralelo apontou que cerca de 96% dos indivíduos vacinados com a fórmula da Pfizer, baseada em RNA mensageiro, apresentam resposta imunológica após receberem uma única dose da vacina. O mesmo estudo também observou que pessoas com sistema imune comprometido produzem níveis reduzidos de anticorpos.

Conforme citado, pessoas em terapia imunossupressora ou com radiação para determinados tipos de câncer, além de cardiopatias, diabetes e outras condições pré-existentes apresentam enfraquecimento do sistema imunológico, contudo é fato que existem indivíduos com a defesa naturalmente comprometida devido à má alimentação, sedentarismo e outros fatores.

Um levantamento do Ministério da Saúde mostrou que cerca de 62,9 mil cirurgias de transplante foram realizadas através do Sistema Único de Saúde (SUS) no ano passado, número que reduziu em função do isolamento social — com menor tráfego e menos acidentes acontecendo, a demanda de órgãos para transplante foi seriamente afetada.

Pacientes que foram vacinados e se encontram em tratamento com substâncias que evitam a rejeição de órgãos devem manter o mesmo nível de precaução adotado por pessoas não vacinadas. "O risco é muito diferente para as pessoas na minha situação", disse Maria Hoffman, receptora de transplante de rim nos Estados Unidos.


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