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Crescimento da epidemia por coronavírus pode "fritar" servidores do WhatsApp, teme Zuckerberg

23 de março de 2020 3

  • Atualização (23/03/20) às 8:35 - PM

Como noticiamos há poucas horas, o tráfego de dados no WhatsApp mais do que duplicou nos últimos dias, especialmente na Itália, um dos países mais atingidos pela pandemia.

O problema é que a infraestrutura de servidores do Facebook, localizada em Menlo Park, pode acabar não suportando a nova demanda.

Segundo o CEO do Facebook, os novos padrões de uso são uma ameaça para os servidores, que arriscam até mesmo “se fundir”, expressando sua apreensão sobre as possíveis consequências do coronavírus. Atualmente o uso do mensageiro está maior até mesmo do que épocas como, por exemplo, a véspera do Ano Novo.

Ao que tudo indica, se a epidemia realmente aumentar ao redor do mundo, o Facebook vai precisar realizar mudanças urgentes em sua infraestrutura, caos contrário, bilhões de usuários serão contemplados com surpresas desagradáveis.

  • Artigo original publicado (23/03/20) às 06:53

Coronavírus: quarentena aumenta consideravelmente o uso do WhatsApp, revela Facebook

Devido ao crescimento assustador no número de infecções pelo Covid-19, muitas pessoas resolveram isolar-se em quarentena em suas próprias residências, seja voluntariamente ou, em alguns casos, por orientações dos respectivos governantes.

Porém, como o ser humano é, por si, sociável (em sua maior parte, pelo menos), a internet acabou se tornando um veículo ainda mais usado para comunicação, garantindo contato com aqueles que mais importam independente da distância.

Redes sociais e aplicativos mensageiros estão entre os que mais requisitados para cumprir esse papel; em uma conferência com a imprensa via chamada telefônica na semana passada, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou informações interessantes sobre o uso desses apps.

Segundo os dados compartilhados pelo executivo com o portal CNET, 70% mais pessoas estão participando em chamadas de grupo usando o Facebook Messenger a cada semana, e o tempo de duração dessas chamadas duplicou a nível global.

Chamadas por voz e vídeo no WhatsApp mais que duplicaram comparado ao mesmo período do ano passado, especialmente nos locais mais impactados pelo vírus.

Com o aumento do uso das mídias sociais, infelizmente, também tivemos um aumento notável de Fake News e campanhas de desinformação, espalhando teorias de conspiração e rumores sobre o Covid-19.

Plataformas como o Twitter e YouTube também se juntam ao Facebook visando combater esse tipo de notícias, servindo também como um hub essencial para que pessoas possam se conectar com comunidades e famílias minimizando o contato físico.

O lado positivo é que profissionais de saúde e líderes de comunidade estão utilizando as plataformas para distribuir informação e suporte sobre o Covid-19 – só no Reino Unido, por exemplo, um milhão de usuários do Facebook já se juntaram a grupos de apoio sobre o novo vírus.

Mediante ao aumento considerável no uso dos serviços do Facebook, Zuckerberg avisou que já prepara medidas para contornar possíveis problemas (incluindo reduzir a qualidade dos vídeos no Facebook e Instagram).

A Itália foi um dos países que mais registrou aumento das redes sociais nos últimos dias, sendo um dos mercados mais atingidos pela pandemia com mais de 5 mil óbitos já registrado e mais de 54 mil casos de infecção já confirmados.

Mais de 2 milhões de postagens ao redor do mundo no Facebook demonstram solidariedade com os italianos após o país entrar em quarentena obrigatória, muitos incluindo expressões de apoio como “tudo vai ficar bem (andra tutto bene), ficarem em casa (io resto casa) e mais. Entre os países que mais demonstraram apoio aos italianos temos Alemanha, Estados Unidos, França, Suíça e Reino Unido.

Políticos estão aproveitando redes sociais como o Facebook para entrar em contato com a população e instruí-la como, por exemplo, o Governador da Itália que tem cerca de 2,5 milhões de seguidores e está presente em diversos grupos de apoio ao país.


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