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Coronavírus: vacina universal contra todas as variantes será testada em breve

09 de abril de 2021 0

A pandemia de coronavírus foi responsável por diversos saltos tecnológicos com agilidade sem precedentes, especialmente na área da biomedicina. Em menos de dez meses, cientistas desenvolveram o que poderia ter levado anos para se concretizar — uma vacina contra o vírus. Infelizmente, com diversas variantes se desenvolvendo ao redor do mundo, a célere fabricação dos imunizantes se viu prejudicada pela falta de eficácia contra determinadas cepas.

Com essa preocupação, cientistas especulam a criação de uma vacina universal, capaz de neutralizar uma grande quantidade de variantes do novo coronavírus através de uma única fórmula. Ted Ross, diretor do Centro de Vacinas e Imunologia da Geórgia, nos Estados Unidos, é um porta-voz da tecnologia que vem sendo estudada desde março de 2020, quando a pandemia se demonstrou uma grande ameaça global. Os testes devem começar antes do fim de 2021.

Vacina da Oxford/AstraZeneca é ineficaz contra algumas variantes.

O entrave das vacinas atuais está na forma em que são projetadas. Como já é do conhecimento de muitos, grande parte das empresas farmacêuticas e biotecnológicas fabricam suas vacinas através da parte mais característica do SARS-CoV-2 — suas proteínas "spike", que permitem que o vírus melhor se adira às células do hospedeiro. Quando a mutação E484K, da África do Sul, se espalhou para diversas localidades, a ineficácia da vacina da Oxford/AstraZeneca causou pânico na população.

Para Ross, a criação de uma vacina universal, que seja eficaz com as cepas atuais — e futuras também — é a chave para a barrar uma família de vírus que causa milhares de mortes diariamente. Para isso, é necessário analisar as diversas mutações e verificar qual é o seu aspecto menos passível de sofrer alterações.

A vacina universal

Com o problema das cepas, a ideia de uma vacina única que neutralize a maioria das subfamílias do vírus é prontamente imaginável. É importante notar que este não é um conceito novo — estudos elaborados em torno de uma vacina universal contra o vírus da gripe Influenza vinham se desenvolvendo antes de todo o foco se voltar ao SARS-CoV-2, porém sem resultados positivos.

Um imunizante de total eficácia não mudaria sua abordagem tão drasticamente em comparação às que temos agora, que utilizam um vetor viral modificado com componentes do coronavírus para estimular a produção de anticorpos específicos contra o patógeno. A especialidade do desenvolvimento de uma vacina universal seria encontrar, através de uma série de análises, qual a característica que menos sofre mutações ao longo do tempo.

Agora que estamos começando a ver mais variantes surgirem, temos mais chances de realmente testar contra uma reação mais ampla de cepas, que é o que será necessário para saber se é universal ou não.

Conforme tem sido observado ao longo do tempo, a proteína do nucleocapsídeo, responsável por controlar sua replicação, é a parte que menos apresenta modificações ao longo do tempo. Isso se dá, primordialmente, porque alterações na proteína caracterizariam uma involução do vírus ao prejudicar sua capacidade de infectar e se reproduzir.

Partindo disso, a Osivax, empresa de biotecnologia francesa, está trabalhando em uma vacina que pretende usar o nucleocapsídeo como parâmetro para atacar a infecção. Em teoria, o imunizante estimularia a produção de linfócitos T citotóxicos (CD8), capazes de interromper uma infecção antes que o vírus atinja as células. De maneira semelhante, a belga myNEO utiliza algoritmos computacionais para concluir qual a mutação menos frequente, isto é, qual é o aspecto fundamental para a existência do coronavírus.

O desenvolvimento de anticorpos em vacinas eficazes contra subfamílias de vírus, por exemplo, a família SARS, é muito mais viável [que as abordagens comuns].

Até o fechamento da matéria, o Brasil contabiliza 13.279.857 de casos confirmados de covid-19 e 345.025 mortes.


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